Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/85835
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dc.contributor.advisorAlmeida, Francisco António Macedo Lucas Ferreira-
dc.contributor.authorPereira, Vinícius Nathan de Carvalho-
dc.date.accessioned2019-03-21T23:21:41Z-
dc.date.available2019-03-21T23:21:41Z-
dc.date.issued2018-10-18-
dc.date.submitted2019-03-21-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/85835-
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Direito apresentada à Faculdade de Direito-
dc.description.abstractA segunda metade do século XX trouxe grandes avanços no Direito Internacional, em especial, na sua humanização, estabelecendo, como objetivo mundial, a proteção do indivíduo. Por outro lado, a eficácia máxima dessa proteção entra em conflito com bases fundadoras das relações entre os Estados, como a soberania e a não-ingerência. Assim, buscaram-se criar mecanismos que possibilitassem a proteção aos indivíduos, mesmo contra seu próprio Estado. Nesse sistema divergente, advém a doutrina da Responsabilidade de Proteger, buscando solucionar a problemática e corroborar as Intervenções Humanitárias.A segunda metade do século XX trouxe grandes avanços no Direito Internacional, em especial, na sua humanização, estabelecendo, como objetivo mundial, a proteção do indivíduo. Por outro lado, a eficácia máxima dessa proteção entra em conflito com bases fundadoras das relações entre os Estados, como a soberania e a não-ingerência. Assim, buscaram-se criar mecanismos que possibilitassem a proteção aos indivíduos, mesmo contra seu próprio Estado. Nesse sistema divergente, advém a doutrina da Responsabilidade de Proteger, buscando solucionar a problemática e corroborar as Intervenções Humanitárias.A segunda metade do século XX trouxe grandes avanços no Direito Internacional, em especial, na sua humanização, estabelecendo, como objetivo mundial, a proteção do indivíduo. Por outro lado, a eficácia máxima dessa proteção entra em conflito com bases fundadoras das relações entre os Estados, como a soberania e a não-ingerência. Assim, buscaram-se criar mecanismos que possibilitassem a proteção aos indivíduos, mesmo contra seu próprio Estado. Nesse sistema divergente, advém a doutrina da Responsabilidade de Proteger, buscando solucionar a problemática e corroborar as Intervenções Humanitárias.A segunda metade do século XX trouxe grandes avanços no Direito Internacional, em especial, na sua humanização, estabelecendo, como objetivo mundial, a proteção do indivíduo. Por outro lado, a eficácia máxima dessa proteção entra em conflito com bases fundadoras das relações entre os Estados, como a soberania e a não-ingerência. Assim, buscaram-se criar mecanismos que possibilitassem a proteção aos indivíduos, mesmo contra seu próprio Estado. Nesse sistema divergente, advém a doutrina da Responsabilidade de Proteger, buscando solucionar a problemática e corroborar as Intervenções Humanitárias.por
dc.description.abstractThe second half of the twentieth century brought great advances in international law, especially in its humanization, establishing, as a global objective, the protection of the individual. On the other hand, the maximum effectiveness of such protection conflicts with foundational foundations of relations between States, such as sovereignty and non-interference. Thus, mechanisms were sought to enable individuals to be protected, even against their own State. In this divergent system, comes the doctrine of Responsibility to Protect, seeking to solve the problem and to corroborate the Humanitarian Interventions.The second half of the twentieth century brought great advances in international law, especially in its humanization, establishing, as a global objective, the protection of the individual. On the other hand, the maximum effectiveness of such protection conflicts with foundational foundations of relations between States, such as sovereignty and non-interference. Thus, mechanisms were sought to enable individuals to be protected, even against their own State. In this divergent system, comes the doctrine of Responsibility to Protect, seeking to solve the problem and to corroborate the Humanitarian Interventions.The second half of the twentieth century brought great advances in international law, especially in its humanization, establishing, as a global objective, the protection of the individual. On the other hand, the maximum effectiveness of such protection conflicts with foundational foundations of relations between States, such as sovereignty and non-interference. Thus, mechanisms were sought to enable individuals to be protected, even against their own State. In this divergent system, comes the doctrine of Responsibility to Protect, seeking to solve the problem and to corroborate the Humanitarian Interventions.The second half of the twentieth century brought great advances in international law, especially in its humanization, establishing, as a global objective, the protection of the individual. On the other hand, the maximum effectiveness of such protection conflicts with foundational foundations of relations between States, such as sovereignty and non-interference. Thus, mechanisms were sought to enable individuals to be protected, even against their own State. In this divergent system, comes the doctrine of Responsibility to Protect, seeking to solve the problem and to corroborate the Humanitarian Interventions.eng
dc.language.isopor-
dc.rightsopenAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.subjectSovereigntyeng
dc.subjectIntervenção Humanitáriapor
dc.subjectNão-Ingerênciapor
dc.subjectR2Ppor
dc.subjectResponsabilidade de Protegerpor
dc.subjectSoberaniapor
dc.subjectHumanitarian interventioneng
dc.subjectResponsibility to Protecteng
dc.subjectR2Peng
dc.subjectNon-interferenceeng
dc.titleA (I)LEGITIMIDADE DAS INTERVENÇÕES HUMANITÁRIAS NO PÓS GUERRA FRIApor
dc.title.alternativeTHE (IL) LEGITIMACY OF HUMANITARIAN INTERVENTIONS AFTER THE COLD WAReng
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationFaculdade de Direito da Universidade de Coimbra-
degois.publication.titleA (I)LEGITIMIDADE DAS INTERVENÇÕES HUMANITÁRIAS NO PÓS GUERRA FRIApor
dc.peerreviewedyes-
dc.identifier.tid202199720-
thesis.degree.disciplineCiências Jurídicas-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado em Direito-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Direito-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorPereira, Vinícius Nathan de Carvalho::0000-0003-2095-3557-
uc.degree.classification15-
uc.degree.presidentejuriNabais, José Casalta-
uc.degree.elementojuriMoniz, Ana Raquel Gonçalves-
uc.degree.elementojuriAlmeida, Francisco António Macedo Lucas Ferreira-
uc.contributor.advisorAlmeida, Francisco António Macedo Lucas Ferreira-
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
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