Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/85578
Title: Os jardins do Palácio dos Arcebispos de Santo Antão do Tojal.
Other Titles: The gardens of the Palace of the Archbishops of Santo Antão do Tojal.
Authors: Reis, Carlos Xavier Pinheiro Matos dos 
Orientador: Quadros, Sandra Patrícia Antunes Ferreira da Costa Saldanha e
Keywords: jardim; século XVIII; barroco; S. Antão Tojal; igreja patriarcal; garden; 18th century; baroque; S. Antão Tojal; patriarch church
Issue Date: 31-Oct-2017
Serial title, monograph or event: Os jardins do Palácio dos Arcebispos de Santo Antão do Tojal.
Place of publication or event: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Abstract: The eighteenth century in Portugal was one of the most important historical periods in terms of artistic production, a consequence of the great wealth generated by the gold and the diamonds that came from Brazilian territories, which allowed a climate of great economic relief.Under the reign of King John V, known as ‘the Magnanimous' (Portuguese: Dom João V, o Magnânimo), many changes occurred in the most varied fields of the Portuguese life and it soon became evident in the arts. In a period of great opulence, ruled by a royal policy that aggrandized the monarch and his kingdom, ordering several works, from paintings to architecture, the great ones of the kingdom also enjoyed this colossal abundance, mimicking the sovereign.D. Tomás de Almeida was one of the nobles who followed the example of Johannine politics. As a noble and great lord of the Church, D. Tomás had his ecclesiastical trajectory marked by the various works of art that he ordered, such as the palace of Santo Antão do Tojal and its gardens, mentioned in this thesis.Combining art and nature, fruit of his erudition, the then patriarch of Lisbon builds a noble residence where the green spaces are carefully thought out and elaborated, creating a place of leisure and delight for his patron but also for the distinguished guests he received, including the royal family.In this thesis, we intend to learn more about these garden spaces, which are totally disfigured and embezzled from their original beauty, trying to understand their composition, importance in the palace and relation/connection to eighteenth-century gardens.que seguiu o exemplo da política joanina. Como nobre e grande senhor da Igreja, D. Tomás tem a sua trajectória eclesiástica marcada pela encomenda de várias obras de arte, sobressaindo o paço de Santo Antão do Tojal e os seus jardins, tratados na presente tese.Conjugando arte e natureza, fruto da sua erudição, o então patriarca de Lisboa ergue uma nobre residência onde os espaços verdes são cuidadosamente pensados e elaborados, criando-se um espaço de lazer e deleite para o seu patrono mas também para os distintos convidados que recebia, onde se incluía a família real.Nesta tese, propomo-nos conhecer melhor estes espaços ajardinados, hoje totalmente desfigurados e desfalcados da sua beleza original, procurando entender a sua composição, o seu papel na vivência do paço e a sua ligação à arte dos jardins da centúria de setecentos.
O século XVIII, em Portugal, foi dos períodos históricos mais relevantes, em termos de produção artística, consequência, entre outros factores, das muitas riquezas que advinham dos territórios brasileiros, onde se destacava o ouro e os diamantes, que permitiram um clima de grande desafogo económico.Sob o reinado de D. João V, o rei ‘Magnânimo’, foram muitas as mudanças ocorridas nos mais variados campos da vivência lusa, algo que ficou patente, desde logo, nas artes. Num período de grande opulência, pautado por uma política régia de engrandecimento da pessoa do monarca e do seu reino, encomendando obras várias, da pintura à arquitectura, também os grandes do reino usufruíram desta abundância colossal, mimetizando o soberano.D. Tomás de Almeida foi um dos nobres que seguiu o exemplo da política joanina. Como nobre e grande senhor da Igreja, D. Tomás tem a sua trajectória eclesiástica marcada pela encomenda de várias obras de arte, sobressaindo o paço de Santo Antão do Tojal e os seus jardins, tratados na presente tese.Conjugando arte e natureza, fruto da sua erudição, o então patriarca de Lisboa ergue uma nobre residência onde os espaços verdes são cuidadosamente pensados e elaborados, criando-se um espaço de lazer e deleite para o seu patrono mas também para os distintos convidados que recebia, onde se incluía a família real.Nesta tese, propomo-nos conhecer melhor estes espaços ajardinados, hoje totalmente desfigurados e desfalcados da sua beleza original, procurando entender a sua composição, o seu papel na vivência do paço e a sua ligação à arte dos jardins da centúria de setecentos.
Description: Dissertação de Mestrado em Arte e Património apresentada à Faculdade de Letras
URI: http://hdl.handle.net/10316/85578
Rights: openAccess
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