Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/18437
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dc.contributor.advisorSantos, Amândio-
dc.contributor.advisorRibeiro, Carlos Alberto Fontes-
dc.contributor.authorCarvalho, Humberto Jorge Moreira de-
dc.date.accessioned2012-03-02T11:13:21Z-
dc.date.available2012-03-02T11:13:21Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/18437-
dc.descriptionDissertação de licenciatura apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Físicapor
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objectivo caracterizar através de indicadores fisiológicos (potência aeróbia máxima, frequência cardíaca máxima, limiar anaeróbio, impulsão vertical) e indicadores antropométricos (estatura, massa, somatório das pregas cutâneas) em indivíduos praticantes de basquetebol do sexo feminino da liga profissional de basquetebol de Portugal, caracterizar a participação das vias energéticas em situação especifica de treino técnico e táctico, mais concretamente no lançamento e no 1 contra 1 na perspectiva do atacante e do defesa, em indivíduos praticantes de basquetebol do sexo feminino da liga profissional de basquetebol de Portugal e comparar a solicitação das vias energéticas nas diferentes situações de treino referidas com as solicitações destas situações em competição descritas na literatura. A amostra, constituída por 9 sujeitos do sexo feminino, com uma média e respectivo desvio padrão de 22,2±2,2 anos, atletas de basquetebol pertencentes a uma equipa da Liga Profissional de Basquetebol de Portugal e estudantes do ensino superior em Coimbra. Deste modo, foi analisado a potência aeróbia máxima (VO2máx), limiar anaeróbio através de um teste máximo, progressivo por patamares com intervalo passivo para determinação directa do VO2máx em tapete rolante, a impulsão vertical através do protocolo descrito por Bosco (1987) e as variáveis antropométricas massa, estatura e pregas cutâneas tricipital, subescapular e suprailíaca em laboratório. Foram analisadas a frequência cardíaca e a concentração de lactato logo após o final do testes, 3 e 5 minutos após o final do esforço em testes de campo de carácter intermitente, tendo relação esforço/repouso de 1:1 (20 e 40 segundos) e duração de 2 minutos. As situações de campo avaliadas foram lançamento, de 1 contra 1 na perspectiva do atacante e de 1 contra 1 na perspectiva do defesa. Os resultados obtidos demonstraram que as atletas da nossa amostra apresentam uma estatura (171,6±7,7 cm, Md±Sd) e massa corporal (64,3±7,9 kg, Md±Sd) mais baixa, uma impulsão vertical superior, uma potência aeróbia máxima (49,7±6,2 ml.kg-1.min-1, Md±Sd) alta relativamente aos estudos efectuados com atletas femininas de basquetebol e um limiar anaeróbio (40,4±2,0 ml.kg-1.min-1 em relação ao VO2máx, Md±Sd) semelhante aos encontrados nos estudos. Ficou demonstrado que nos testes de campo ocorreu a solicitação da via glicolítica, ficando evidenciada uma maior solicitação sobre o metabolismo glicolítico nos testes de lançamento (6,45±2,51 mmol.min-1 na alternância de 20 segundos e 8,55±1,97 mmol.min-1 na alternância de 40 segundos, Md±Sd) e de 1 contra 1 na perspectiva do atacante (7,20±1,59mmol.min-1 na alternância de 20 segundos e 8,67±1,83mmol.min-1 na alternância de 40 segundos, Md±Sd) em relação aos testes de 1 contra 1 na perspectiva de defesa (5,78±1,1mmol.min-1 na alternância de 20 segundos e 5,87±2,04mmol.min-1 na alternância de 40 segundos, Md±Sd). Estes resultados sugerem que durante o treino as situações individuais ofensivas serão mais intensas do que as situações individuais defensivas. A frequência cardíaca apresentou um comportamento retardado em relação aos estímulos provocados, continuando a aumentar após terminarem os períodos de acção durante mais 10 a 15 segundos. Este aumento poderá ser provocada pela elevada intensidade dos estímulos que provocam uma situação em que existe falta de oxigénio para as grandes necessidades energéticas. Verificámos que os valores médios e respectivos desvios padrões da frequência cardíaca em relação à frequência cardíaca máxima nas situações ofensivas testadas (84,26±4,08% e 85,44±4,17% nos teste de lançamento com alternâncias de 20 e 40 segundos respectivamente; 84,61±3,67% e 85,01±4,17% nos testes de 1 contra 1 na perspectiva do atacante com alternâncias de 20 e 40 segundos respectivamente, eram semelhantes aos valores registados na literatura nas situações de jogo mais intensas e, ao compararmos os valores da concentração de lactato por nós encontrados e os valores encontrados na literatura nas situações de jogo verificamos que os esforços testados apresentam valores superiores. Estes resultados por nós obtidos sugerem que a utilização dos exercícios estudados em situações de treino poderá ser uma forma de solicitar mecanismos metabólicos semelhantes aos solicitados nos momentos mais intensos em situações de jogo, optimizando assim a preparação do atleta para a situação real de jogo.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectBasquetebolpor
dc.subjectAntropometriapor
dc.subjectVias energéticaspor
dc.titleCaracterização da participação das vias energéticas em situações específicas de treino no basquetebolpor
dc.typebachelorThesispor
dc.peerreviewedYespor
item.grantfulltextopen-
item.fulltextCom Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
Appears in Collections:FCDEF - Vários
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