Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/97871
Title: Is Cholecystectomy really Harmful? – a Long-Term Quality of Life Study in Living Donor Liver Transplantation
Other Titles: A Colecistectomia é realmente prejudicial? - Resultados da Qualidade de Vida a Longo Prazo dos Dadores Vivos de Fígado
Authors: Cardoso, Maria João de Castro Quintela Madeira 
Orientador: Alexandrino, Henrique Miguel Marques Bom Borges
Oliveira, Pedro Filipe Craveiro Coutinho
Keywords: Transplantação Hepática; Dador Vivo; Qualidade de Vida; Colecistectomia; Síndrome Pós-colecistectomia; Liver Transplantation; Living Donor; Quality of Life; Cholecystectomy; Post-cholecystectomy Syndrome
Issue Date: 21-Nov-2019
Serial title, monograph or event: Is Cholecystectomy really Harmful? – a Long-Term Quality of Life Study in Living Donor Liver Transplantation
Place of publication or event: Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra - Unidade de Transplantação Hepática Pediátrica e de Adultos e Serviço de Cirurgia Geral
Abstract: Introdução:O Transplante Hepático com Dador Vivo é uma solução de recurso para doentes hepáticos em estadio terminal, particularmente em idade pediátrica. No entanto, este procedimento cirúrgico pode acarretar riscos para o dador, não apenas ao nível da morbi-mortalidade, mas também relacionados com a qualidade de vida a longo prazo. Apesar do Dador ser submetido, por rotina, a uma colecistectomia durante a sua intervenção, o impacto desta na qualidade de vida gastrointestinal a longo prazo nunca foi anteriormente investigado. Este estudo procurou avaliar a qualidade de vida dos dadores a nível global, gastrointestinal, relacionada com a parede abdominal e ainda o nível de atividade física. Materiais e Métodos:No total, 21 dadores vivos de fígado (57% mulheres, idade média 459) foram comparados com um grupo de controlo (Ctl) composto por 29 doentes submetidos a colecistectomia por pólipos vesiculares (45% mulheres, idade média 467 anos). Os dadores vivos e os controlos foram divididos em dois grupos etários: LLD-Y e Ctl-Y (25-45 anos); e LLD-O e Ctl-O (46-65 anos). Foram realizados quatro questionários: SF-36 para avaliar a qualidade de vida global; Gastrointestinal Quality of Life Index (GIQLI); EuraHS para aferição do status da parede abdominal; e Questionnaire of Physical Activity (IPAQ). Foram também usados os valores standard do SF-36 para a população Portuguesa de acordo com a idade, para comparação da qualidade de vida geral dos dadores. Resultados:Os resultados da qualidade de vida global foram melhores que a população Portuguesa e não inferiores quando comparados com os controlos, tendo os dadores mais jovens (LLD-Y) obtido scores mais altos em domínios como vitalidade e saúde mental (p<0.05). O impacto na parede abdominal foi mínimo e o nível de atividade física foi significativamente mais alto nos LLD-Y que nos Ctl-Y. A qualidade de vida gastrointestinal geral foi muito próxima do score máximo e os sintomas gastrointestinais foram significativamente inferiores nos LLD-O em comparação com os Ctl-O. Conclusão: O Transplante Hepático de Dador Vivo não teve impacto na qualidade de vida geral, gastrointestinal,relacionada com a parede abdominal e no nível de atividade física dos dadores. Aparentemente, a realização da colecistectomia não teve impacto no desenvolvimento de sintomas gastrointestinais.
Background: Living donor liver transplantation (LDLT) is an accepted option for patients with end-stage liver disease. However, it potentially carries the risk of donor morbi-mortality, as well as long-term functional impairment. Cholecystectomy is performed routinely in the donor intervention but the long-term effect on gastrointestinal (GI) related quality of life (QoL) has never been explored previously. This study evaluated living donors’ overall, abdominal wall-related, activity-level and gastrointestinal-related QoL. Material/Methods: In total, 21 living liver donors (LLD) (57% females, mean age 459 years) were compared to a control group (29 patients) undergoing cholecystectomy for gallbladder polyps (45% females, mean age 467 years). LLD’s and controls (Ctl) were divided into two age groups: LLD-Y and Ctl-Y (25-45 years); and LLD-O and Ctl-O (46-65 years). Generic SF-36, Gastrointestinal Quality of Life Index (GIQLI), EuraHS for abdominal wall status assessment and Questionnaire of Physical Activity (IPAQ) were performed. Standard age-adjusted Portuguese population (PP) SF-36 scores were used.Results: Global QoL results were better than PP scores and not inferior when compared to controls, scoring higher in the LLD-Y group in domains such as vitality and mental health (p<0.05). The abdominal wall impact was minimal, and the activity level was significatively higher in LLD-Y than in Ctl-Y. Overall GI-related QoL was very close to the maximum score, and gastrointestinal symptoms were significantly less in LLD-O compared with Ctl-O.Conclusion: LDLT had no impact on donors’ general, abdominal wall-related QoL or activity-level. The performance of cholecystectomy apparently had no impact on the development of GI-related symptoms.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: https://hdl.handle.net/10316/97871
Rights: embargoedAccess
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