Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/88430
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dc.contributor.authorMartins, Catarina Isabel Caldeira-
dc.date.accessioned2019-12-09T12:09:34Z-
dc.date.available2019-12-09T12:09:34Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.issn2317-2932pt
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10316/88430-
dc.description.abstractO presente artigo pretende apresentar algumas linhas fundamentais dos feminismos africanos pertinentes para a reflexão dos feminismos negros, em particular o estado-unidense e o brasileiro. Na realidade, o contexto em que cada um deles surge conduz a diferenças que é preciso ter em conta para a desejável construção de solidariedades e lutas comuns contra o patriarcado, o colonialismo e o capitalismo. O facto de uns radicarem em sociedades multiculturais numa diáspora que data dos tempos da escravatura, respondendo a sistemas sociais opressivos como o racismo, e de outros provirem de sociedades multiétnicas, mas dominantemente negras, em que os eixos de opressão são primeiramente os coloniais e, depois das independências, os de classe, entre pessoas da mesma raça, levam a construções identitárias diversas, bem como a pautas distintas, que correspondem a maneiras dissemelhantes de conceptualizar os feminismos.pt
dc.description.abstractMy article intends to present some of the fundamental elements of African feminisms that may be pertinent to Black Feminisms, in particular in the US and Brazil. In fact, their different contexts of origin lead to differences that must be taken into account when considering the desirable construction of solidarities and coalition against patriarchy, colonialism and capitalism. The fact that Black feminisms develop in multicultural societies within a diaspora that dates from slavery times, reacting to oppressive social systems such as racism, and that African feminisms come from dominantly black multiethnic societies, in which the axis of oppression are foremost coloniality and class among people of the same race, lead to different identity constructions and to distinct demands, which correspond to diverse ways of conceptualizing feminisms.pt
dc.language.isoporpt
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt
dc.rightsopenAccesspt
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt
dc.subjectFeminismos negrospt
dc.subjectFeminismos africanospt
dc.subjectBlack feminismspt
dc.subjectAfrican feminismspt
dc.titleO lugar do "Afro": feminismos negros vs feminismos africanospt
dc.typearticle-
degois.publication.firstPage4pt
degois.publication.lastPage18pt
degois.publication.issue2pt
degois.publication.locationSalvadorpt
degois.publication.titleRevista Feminismospt
dc.relation.publisherversionhttps://portalseer.ufba.br/index.php/feminismos/article/view/30383pt
dc.peerreviewedyespt
degois.publication.volume6pt
dc.date.embargo2018-01-01*
uc.date.periodoEmbargo0pt
item.openairecristypehttp://purl.org/coar/resource_type/c_18cf-
item.openairetypearticle-
item.cerifentitytypePublications-
item.grantfulltextopen-
item.fulltextCom Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
crisitem.author.deptFaculty of Arts and Humanities-
crisitem.author.researchunitCES – Centre for Social Studies-
crisitem.author.parentresearchunitUniversity of Coimbra-
crisitem.author.orcid0000-0002-4317-9835-
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Internacionais
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