Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/88233
Title: Quality and safety of edible seaweeds from the Portuguese coast
Other Titles: Qualidade e segurança de algas edíveis da costa portuguesa
Authors: Saraiva, Ariana Maria Figueiredo
Orientador: Gonçalves, Amparo Celeste
Ramos, Fernando Jorge dos
Keywords: composição elementar; ácidos gordos; macroalgas como alimento; Porphyra sp. e Undaria pinnatifida; elementos tóxicos; elemental composition; fatty acids; macroalgae as food; Porphyra sp. and Undaria pinnatifida; toxic elements
Issue Date: 10-Oct-2019
Serial title, monograph or event: Quality and safety of edible seaweeds from the Portuguese coast
Place of publication or event: Faculdade de Farmácia da U.Coimbra e Instituto Português do Mar e da Atmosfera
Abstract: Seaweeds are bountiful, although its incorporation on human diet is poorly exploited in the West. However, in a near future is expected a stronger focus on their utilization, as a food ingredient, to meet the challenge of finding new food and sustainable resources with a smaller carbon footprint. Thus, the present study aimed to characterise the nutritional profile of Undaria pinnatifida, Porphyra linearis, and Porphyra umbilicalis, three seaweeds that commonly occur on the Portuguese coast, to evaluate their potential for human consumption.We determined the content of moisture, ash, protein and fat, as well as the fatty acids profile. An elemental analysis was conducted to quantify Cu, Fe, K, Mg, Mn, Na, P, Se, Ca, and Zn. The content of potential toxic elements Cd, Pb, Hg, and total As was also determined. All the analyses were carried out on freeze dried samples according to reference methods. In general significant differences were found between U. pinnatifida and both species of the genus Porphyra. The former species presented the highest levels of Na, K and Mg (29.3±3.2, 48.8±3.4 and 9.7±0.1 g/kg DW, respectively) and the lowest contents of Mn and Cu (8.3±0.4 and 1.0±0.3 mg/kg DW, respectively). The content of zinc differed significantly among the three species, ranged from 17.6±0.6 (U. pinnatifida) to 61.1±0.1 mg/kg DW (P. linearis). The greater nutritional contributions were found for Ca (7.37% in P. umbilicalis), Mg (12.99% for men and 15.15% for women in U. pinnatifida), Fe (5.84% for men and 4.02% for women in P. umbilicalis) and Mn (5.56% in P. umbilicalis). Regarding toxic elements, the concentration of total As ranged from 46.7±0.7 to 54.9±0.4 mg/kg DW while the highest Cd content (1.24±0.05 mg/kg DW) was reported for P. linearis. The Pb and total Hg levels were below the European limits. Regarding the macronutrients profile, it is worth mentioning the high protein content of all the samples analysed, as well as an adequate n-3/n-6 PUFA ratio. Further studies on contaminants of marine seaweeds are required once they have a high absorption capacity.
As algas são abundantes, embora a sua incorporação na dieta humana seja pouco explorada no Ocidente. No entanto, num futuro próximo, espera-se um foco mais forte na sua utilização, como ingrediente alimentar, para enfrentar o desafio de encontrar novos alimentos e recursos sustentáveis com uma menor pegada de carbono. Assim, o presente estudo teve como objetivo caracterizar o perfil nutricional de Undaria pinnatifida, Porphyra linearis e Porphyra umbilicalis, três algas marinhas que ocorrem comumente na costa portuguesa, para avaliar o seu potencial para consumo humano.Determinámos o teor de humidade, cinzas, proteínas e gorduras, bem como o perfil de ácidos gordos. Uma análise elementar foi realizada para quantificar Cu, Fe, K, Mg, Mn, Na, P, Se, Ca e Zn. O teor de potenciais elementos tóxicos Cd, Pb, Hg e As total também foi determinado. Todas as análises foram realizadas em amostras liofilizadas de acordo com métodos de referência. Em geral, foram encontradas diferenças significativas entre U. pinnatifida e as duas espécies do género Porphyra. As espécies anteriores apresentaram os maiores teores de Na, K e Mg (29,3 ± 3,2, 48,8 ± 3,4 e 9,7 ± 0,1 g / kg DW, respectivamente) e os menores teores de Mn e Cu (8,3 ± 0,4 e 1,0 ± 0,3 mg / kg DW, respectivamente). O teor de zinco diferiu significativamente entre as três espécies, variando de 17,6 ± 0,6 (U. pinnatifida) a 61,1 ± 0,1 mg / kg de DW (P. linearis). As maiores contribuições nutricionais foram encontradas para Ca (7,37% em P. umbilicalis), Mg (12,99% para homens e 15,15% para mulheres em U. pinnatifida), Fe (5,84% para homens e 4,02% para mulheres em P. umbilicalis) e Mn (5,56% em P. umbilicalis). Em relação aos elementos tóxicos, a concentração de As total variou de 46,7 ± 0,7 a 54,9 ± 0,4 mg / kg DW, enquanto o maior teor de Cd (1,24 ± 0,05 mg / kg DW) foi reportado para P. linearis. Os níveis de Pb e Hg total ficaram abaixo dos limites europeus. No que se refere ao perfil de macronutrientes, deve-se destacar o alto teor de proteína de todas as amostras analisadas, bem como uma relação PUFA n-3/n-6 adequada. Estudos adicionais sobre contaminantes de algas marinhas são necessários, uma vez que estas possuem uma alta capacidade de absorção.
Description: Dissertação de Mestrado em Segurança Alimentar apresentada à Faculdade de Farmácia
URI: http://hdl.handle.net/10316/88233
Rights: openAccess
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