Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/82281
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dc.contributor.advisorRibeiro, João Carlos Gomes Silva-
dc.contributor.authorBaptista, Luís André Neves-
dc.date.accessioned2018-12-20T03:43:29Z-
dc.date.available2018-12-20T03:43:29Z-
dc.date.issued2018-06-11-
dc.date.submitted2019-01-22-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10316/82281-
dc.descriptionTrabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina-
dc.description.abstractIntrodução: O abcesso periamigdalino é a infeção cervical profunda mais comum, resultante da acumulação de pus no espaço periamigdalino. Permanece controversa a orientação terapêutica ideal para esta infeção potencialmente fatal, após o episódio agudo. Enquanto alguns autores recomendam a realização de amigdalectomia após o primeiro episódio, outros excluem, absolutamente, essa hipótese. Objetivo: Este estudo tem como objetivo caraterizar a epidemiologia, a clínica, o tratamento e o follow-up dos pacientes com abcesso periamigdalino e identificar eventuais fatores preditivos de recorrência de abcesso periamigdalino. Métodos: Foram analisados, retrospetivamente, os doentes diagnosticados com abcesso periamigdalino no período compreendido entre 2011 e 2015, num serviço terciário de Otorrinolaringologia. Resultados: Este estudo incluiu 283 doentes com 37.2 ± 14.8 anos [18-89 anos]. Antecedentes de amigdalite de repetição foram significativamente mais prevalentes em mulheres (p=0.03). A taxa de recorrência de abcesso periamigdalino foi de 14.1%. O grupo de doentes com recorrência de abcesso periamigdalino foi mais jovem e apresentou mais frequentemente história de amigdalite recorrente. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em outras características clínicas ou demográficas entre pacientes com ou sem recorrências de AP. Setenta e cinco porcento dos doentes recidivaram no período de 1 ano. No total, 40.8% dos doentes foram propostos para amigdalectomia. Conclusão: Neste estudo, menos de metade dos doentes foram propostos para amigdalectomia após o primeiro episódio de AP. Quando se optou por uma estratégia conservadora de tratamento, obteve-se uma taxa de recorrência não negligenciável, principalmente, durante o primeiro ano de follow-up. Doentes com história de amigdalite recorrente e doentes mais jovens desenvolveram mais recorrências de AP.por
dc.description.abstractIntroduction: Peritonsillar abscess (PTA) is the most common deep neck space infection, resulting from the accumulation of pus in the peritonsillar space. Controversy exists regarding the best management for this potentially fatal infection after the acute episode. Some authors recommend performing a tonsillectomy after the first episode, while others do not recommend a tonsillectomy at all.Objective: This study aims to characterize epidemiology, clinical features, management and follow-up of patients with PTA, to identify possible predictors of peritonsillar abscess recurrence. Methods: We retrospectively analyzed patients diagnosed with PTA, hospitalized between 2011 and 2015, at a tertiary otorhinolaryngology department.Results: This study included 283 patients, aged 37.2 ± 14.8 years [18-89 years]. An history of recurrent tonsillitis was significantly more common in females (p=0.03). In total, 14.1% of patients had PTA recurrence. PTA recurrence`s population was younger and had more frequently a previous history of recurrent tonsillitis. There were no significant differences in other clinical or demographic characteristics between patients with or without PTA recurrence. Seventy five percent of patients had a recurrent episode in the period of 1 year. In total, 40.8% of patients were proposed to tonsillectomy. Conclusion: In this cohort of PTA, less than half of patients are proposed to tonsillectomy after the first episode. When the option if for a conservative strategy, there is a non-negligible recurrence rate, mainly during the first year. Previous recurrent tonsillitis and younger age patients showed more frequent recurrent PTA episodes.eng
dc.language.isoeng-
dc.rightsopenAccess-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.subjectAbcesso periamigdalinopor
dc.subjectRecorrênciapor
dc.subjectFatores de riscopor
dc.subjectAmigdalite recorrentepor
dc.subjectAmigdalectomiapor
dc.subjectPeritonsillar abscesseng
dc.subjectRecurrenceeng
dc.subjectRisk factorseng
dc.subjectRecurrent tonsillitiseng
dc.subjectTonsillectomyeng
dc.titleRisk factors for peritonsillar abscess recurrenceeng
dc.title.alternativeFatores de risco para recorrência de abcesso periamigdalinopor
dc.typemasterThesis-
degois.publication.locationCentro Hospitalar Universitário de Coimbra - Serviço de Otorrinolaringologia-
degois.publication.titleRisk factors for peritonsillar abscess recurrenceeng
dc.peerreviewedyes-
dc.identifier.tid202051161-
thesis.degree.disciplineMedicina-
thesis.degree.grantorUniversidade de Coimbra-
thesis.degree.level1-
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicina-
uc.degree.grantorUnitFaculdade de Medicina-
uc.degree.grantorID0500-
uc.contributor.authorBaptista, Luís André Neves::0000-0003-3029-1729-
uc.degree.classification19-
uc.degree.presidentejuriMiguéis, António Carlos Eva-
uc.degree.elementojuriRibeiro, João Carlos Gomes Silva-
uc.degree.elementojuriMiguéis, Maria do Carmo Eva-
uc.contributor.advisorRibeiro, João Carlos Gomes Silva-
item.cerifentitytypePublications-
item.languageiso639-1en-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.openairecristypehttp://purl.org/coar/resource_type/c_18cf-
item.openairetypemasterThesis-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-1039-6358-
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado
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