Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/82255
Title: Evaluation of presbivertigo in patients with presbycusis
Other Titles: Avaliação de presbivertigem em doentes com presbiacusia
Authors: Carvalho, Liliana Patrícia Figueiredo 
Orientador: Simões, João Filipe Carvalho Pereira Mano
Paiva, Sofia Margarida Marques
Keywords: Presbiacusia; Presbivertigem; Presbiastasia; Qualidade de vida; Comorbilidades; Presbycusis; Presbivertigo; Presbyastasis; Life quality; Comorbidities
Issue Date: 15-Mar-2017
Serial title, monograph or event: Evaluation of presbivertigo in patients with presbycusis
Place of publication or event: Departamento de Otorrinolaringologia do CHUC
Abstract: Introdução: A presbivertigem e a presbiacusia estão entre as doenças mais comuns no idoso e podem ter um efeito catastrófico na sua qualidade de vida. Contudo, a relação entre presbivertigem e presbiacusia não está bem descrita na literatura. O objetivo deste estudo é avaliar a qualidade de vida, as comorbilidades e a medicação em doentes com presbivertigem numa amostra de doentes com presbiacusia.Métodos: Duzentos e sessenta doentes com diagnóstico de presbiacusia foram recrutados para o estudo. Destes, 18 doentes apresentavam presbivertigem e os seus resultados de videonistagmografia foram analisados. A presença de um diagnóstico documentado de comorbilidades (hipertensão, diabetes mellitus, e dislipidémia) e história de acidente vascular cerebral ou enfarte agudo do miocárdio prévio, bem como medicação atual, foi avaliada e comparada. Adicionalmente, foram avaliados os resultados das escalas «Hearing Handicap Inventory for the Elderly» (HHIE) e «Dizziness Handicap Inventory score» (DHI).Resultados: Verificou-se uma forte correlação positiva entre os resultados da escala DHI e os resultados da PTA (0.7) e uma correlação moderada entre DHI e HHIE (0.5). No entanto, os resultados da PTA indicam limiares inferiores no grupo de doentes com presbivertigem. A prevalência de comorbilidades foi superior no grupo com presbivertigo, mas a correlação foi estatisticamente significativa apenas para hipertensão arterial e AVC (p<0.05). O uso documentado de anti-hipertensores verificou-se em todos os doentes com hipertensão. Nenhuma outra medicação esteve estatisticamente associada com a presença de vertigem. Conclusão: No grupo de doentes com presbivertigem verificou-se que a incapacidade relacionada com esta condição reportada pelos doentes está diretamente relacionada com a gravidade da perda de audição. Contudo, os resultados da PTA mostraram limiares inferiores para o grupo com presbivertigem. Na análise das comorbilidades, verificou-se uma correlação entre hipertensão arterial e vertigem; no entanto, este estudo não pode concluir se a hipertensão é fator de risco para vertigem no idoso, ou se uma consequência dos efeitos secundários dos anti-hipertensores. A ocorrência de AVC correlacionou-se com a existência de vertigem na amostra estudada, mas o número limitado de casos na amostra (dois) pode comprometer o significado desta correlação. Concluindo, são necessários mais estudos com uma base de dados mais alargada sobre esta temática.
Introduction: Age related dizziness (presbivertigo) and presbycusis are among the most common diseases in the elderly and can have a catastrophic effect in their life quality. However, the relationship between presbivertigo and presbycusis is not very well documented in the literature. The goal of this study is to compare the life quality, prevalence of comorbidities and differences in chronic medication in patients with vertigo in a sample of patients with presbycusis.Methods: Two hundred and sixty patients with a diagnosis of presbycusis were recruited for the study. Among those, 18 patients had presence of presbivertigo and their videonystagmography results were evaluated. The presence of a documented diagnosis of comorbidities (hypertension, diabetes mellitus (DM) and/or hyperlipidemia) and history of stroke, myocardial infarction (MI) as well as current documented medication was evaluated and compared. The pure tone average from audiometry (PTA) was also assessed. Additionally, the Hearing handicap inventory for the elderly (HHIE) and the Dizziness handicap inventory score (DHI) were evaluated.Results: There was a strong positive correlation (0.7) between DHI and PTA and a moderate correlation between DHI and HHIE (0.5). PTA was higher (30.22dB) in the group without vertigo when compared with the group with vertigo (24.34dB). The prevalence of comorbidities was higher in the group with presbivertigo but the correlation was only statistically significant for hypertension and stroke (p<0.05). All patients with hypertension had documented use of one or more antihypertensive agents. No other medication was statistically associated with presence of vertigo. Conclusion: The disability related with the dizziness reported by the presbivertigo group increases as PTA increases (and hearing disability worsens). However, PTA results showed lower thresholds for the group with vertigo. Among the comorbidities, hypertension was statistically correlated with vertigo, however, this study cannot conclude whether hypertension is a risk factor for vertigo or if it results from a side effect of anti-hypertensive medication. A correlation between stroke and presbivertigo in the studied sample was found, but the limited number of cases (two) may compromise the importance of the correlation. More studies with a larger database are needed.
Description: Trabalho de Projeto do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: https://hdl.handle.net/10316/82255
Rights: closedAccess
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