Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/48235
Title: Leucoencefalopatia multifocal progressiva associada a fármacos no tratamento da esclerose múltipla
Authors: Iodice, Fernando António Simões 
Orientador: Marques, Francisco Batel
Keywords: Esclerose múltipla; Imunossupressores; Efeitos adversos; Leucoencefalopatia multifocal progressiva
Issue Date: Sep-2016
Keywords: Esclerose múltipla; Imunossupressores; Efeitos adversos; Leucoencefalopatia multifocal progressiva
Issue Date: Sep-2016
Abstract: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica autoimune, de caráter inflamatório e que involve desmielinização e danos axonais/neuronais. Segundo a literatura internacional há quatro categorias clínicas nas quais se pode dividir esta patologia, sendo mais frequente apresentar-se na forma de esclerose múltipla recidivante-remitente (EMRR). O tratamento pode então consistir em três fases distintas: tratamento das exacerbações, diminuição da progressão da doença através de medicamentos modificadores da doença (MMD) e terapia sintomática. Mais recentemente, na classe dos MMD, fármacos imunosupressores tem sido largamente utilizados e, infelizmente, a sua utilização tem sido associada a casos de Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (LMP), um efeito adverso que, apesar de raro, pode ser fatal. Entre estes fármacos, pude identificar através de uma revisão da literatura, a associação de natalizumab, fingolimod, dimetil fumarato e, em menor escala, de alemtuzumab e rituximab a eventos de LMP. Assim sendo, são necessárias estratégias para melhorar os outcomes e a segurança dos tratamentos a que estes pacientes são sujeitos, o que pode passar pelo desenvolvimento de terapias mais seguras, terapias eficazes direcionados para a LMP e métodos de mitigação de riscos.
Multiple sclerosis is an autoimmune neurological disease of inflammatory nature characterized by subsequent demyelination and axonal/neuronal damage. According to international literature, there are four clinic categories in which one can divide this pathology, being the relapsing-remitting multiple sclerosis the most common one. The medication can be addressed to treat three distinct phases of the disease: treatment of acute exacerbations, decrease multiple sclerosis progression by disease modifying therapies and symptomatic therapy. More recently, in the disease modifying therapies class, immunosuppressive drugs have been widely used and unfortunately, its use has been linked to cases of progressive multifocal leukoencephalopathy, an adverse effect that although rare, can be fatal. Amongst these drugs, I could identify through a literature review: natalizumab, fingolimod, dimethyl fumarate and, to a lesser extent, alemtuzumab and rituximab which were all associated to progressive multifocal leukoencephalopathy events. That being said, strategies are required to improve the outcomes and security of the treatments available for these patients, which may include the development of safer therapies, effective drugs targeting progressive multifocal leukoencephalopathy and risk mitigation methods.
Description: Monografia realizada no âmbito da unidade de Estágio Curricular do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, apresentada à Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra
URI: http://hdl.handle.net/10316/48235
Rights: openAccess
Appears in Collections:FFUC- Teses de Mestrado

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