Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/42090
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dc.contributor.authorMartins, Bruno Sena-
dc.date.accessioned2017-06-23T16:22:13Z-
dc.date.available2017-06-23T16:22:13Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier10.1590/S1984-02922009000100002-
dc.identifier.issn1984-0292por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/42090-
dc.description.abstractQuando falamos em subjectividade corpórea estamos a ser complacentes com uma óbvia redundância, afinal toda a subjectividade se imbrica numa vivência corpórea que é condição da existência. Não há, portanto, subjectividade não corpórea, não há subjectividade fora da experiência incorporada. No entanto, apesar disso, permanece importante falarmos em subjectividade corpórea, seja para confrontar determinado dualismo cartesiano que desincorpora o sujeito de conhecimento, seja para denunciar a insustentabilidade de determinado construtivismo que, ao procurar elidir o peso moderno de ideologias essencialistas de biologia-como-destino, negligenciou, muitas vezes ao limite, dimensões de existência em que o corpo vivido recolhe insolúvel centralidade. A partir de um longo trabalho etnográfico realizado junto de pessoas cegas no contexto português, procurarei explorar como a experiência incorporada da cegueira surge representada, enquanto vivência e enquanto projecção. Dessa forma, intento uma perspectiva em que as representações culturais hegemónicas sobre a cegueira são pensadas desde o "corpo-sujeito" ("corps-sujet") formulado por Maurice Merleau-Ponty.por
dc.description.abstractTo speak about corporal subjectivity is to comply with an obvious redundancy: all subjectivity is enmeshed in a corporal experience which is a condition of existence. Hence, there is no such thing as a non-corporal subjectivity: there is no subjectivity beyond embodied experience. However, it remains important to address the issue of corporal subjectivity to deny a dualistic positivism that disembodies the subject; to deny some constructivism that, trying to escape the modern essentialist ideologies in which "biology is destiny", sometimes to the limit, dimensions of existence where the lived body assumes inescapable centrality. Grounded on a long ethnographic account of the experiences of blind people in Portugal, I propose to explore the terms through which the embodied experience of blindness is construable, both as a lived experience and as a projective account. In this I will seek to outline a perspective through which the cultural hegemonic representations about blindness can be addressed through Merleau-Ponty's concept of "body-subject" ("corps-sujet").por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal Fluminensepor
dc.relationFCT/MCTESpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/por
dc.subjectCegueirapor
dc.subjectCorpopor
dc.subjectDeficiênciapor
dc.subjectRepresentações culturaispor
dc.subjectBlindnesspor
dc.subjectBodypor
dc.subjectDisabilitypor
dc.subjectCultural representationspor
dc.titleO "corpo-sujeito" nas representações culturais da cegueirapor
dc.title.alternativeThe "body-subject" in the cultural representations of blindnesspor
dc.typearticle-
degois.publication.firstPage5por
degois.publication.lastPage21por
degois.publication.issue1por
degois.publication.locationRio de Janeiropor
degois.publication.titleFractal : Revista de Psicologiapor
dc.relation.publisherversionhttp://www.uff.br/periodicoshumanas/index.php/Fractal/article/view/160por
dc.peerreviewedyespor
dc.identifier.doi10.1590/S1984-02922009000100002por
degois.publication.volume21por
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextopen-
item.fulltextCom Texto completo-
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Internacionais
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