Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/41763
Title: O Elvis de Macau: relatos de uma distopia na China
Authors: Figueira, Jorge 
Keywords: Macau; Casinos; Arquitectura; China; América; Macao; Architecture; America
Issue Date: 2015
Publisher: Instituto de História da Arte
Serial title, monograph or event: Revista de História da Arte
Issue: 12
Place of publication or event: Lisboa
Abstract: A explosão de Macau nos últimos dez anos deve-se a um conjunto de factores, que este texto procura descrever, propondo uma necessária reflexão. Depois da liberalização do jogo em 2001/2002, o Sands Macau inaugura, em 2004, como o primeiro casino da nova vaga. Em 2005, Macau é Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. O Cotai é inicialmente um projecto da administração portuguesa como uma nova cidade para 150 000 habitantes. O Cotai Strip nasce de uma epifania de Sheldon Adelson, chairman da Las Vegas Sands Corporation, em 2003. Em 2007, o Venetian inaugura como “flagship” do Cotai Strip e, em 2011, o Galaxy amplia a dimensão delirante da arquitectura do jogo. No pós-Portugal, a condição de Macau como espaço híbrido, colonizado, transitório, aumenta exponencialmente enquanto “Região Administrativa Especial” da República Popular da China. Macau é hoje uma distopia suave, corporizada nos casinos; uma vida subterrânea que se expressa no skyline.
The explosion of Macao in the last ten years is due to a number of factors, which we seek to describe in this text, proposing a necessary reflection. After the gaming liberalization in 2001/2002, the ‘Sands Macau’ was inaugurated in 2004 as the frst casino of the new wave. In 2005, Macao is nominated as a World Heritage Site by UNESCO. The Cotai is initially a project of the Portuguese administration as a new city for 150,000 inhabitants. The Cotai Strip is born from an epiphany of Sheldon Adelson, chairman of the Las Vegas Sands Corporation in 2003. In 2007, the ‘Venetian’ opens as “flagship” of the Cotai Strip, and in 2011, the ‘Galaxy’ extends the delirious dimension of the casinos architecture. Post-Portugal, Macao’s status as a hybrid, colonized, transient space increases exponentially as a “Special Administrative Region” of the People’s Republic of China. Macau is now a gentle dystopia embodied in the casinos; an underground life that is expressed in the skyline.
URI: http://hdl.handle.net/10316/41763
ISSN: 1646-1762
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Nacionais

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