Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/36933
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dc.contributor.advisorFerreira, Sofia-
dc.contributor.advisorAlbuquerque, Isabel-
dc.contributor.advisorPinto, Carla-
dc.contributor.advisorNeves, Farela-
dc.contributor.authorVentura, Ana Patrícia-
dc.date.accessioned2017-03-06T10:47:23Z-
dc.date.available2017-03-06T10:47:23Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/36933-
dc.descriptionTrabalho final do 6º ano médico com vista à atribuição do grau de mestre no âmbito do ciclo de estudos de Mestrado Integrado em Medicina.por
dc.description.abstractIntrodução: Em doentes críticos pode ser difícil distinguir sépsis de outras situações que cursem com resposta inflamatória aguda, como ocorre após as intervenções cirúrgicas extensas. A procalcitonina é atualmente considerada um marcador de infeção bacteriana grave e sépsis, que poderá ser útil nesses casos. Objetivos: Avaliar o perfil evolutivo da procalcitonina e da proteína C reativa no pós-operatório de crianças internadas nos Cuidados Intensivos Pediátricos, compará-las como marcadores de infeção bacteriana sistémica, e determinar fatores que possam influenciar a evolução da PCT. Metodologia: Foram incluídas crianças submetidas a cirurgia e admitidas nos Cuidados Intensivos do Hospital Pediátrico Carmona da Mota, de 15 de Setembro de 2011 a 15 de Fevereiro de 2012. Procedeu-se à medição seriada da procalcitonina e proteína C reativa em diferentes períodos de tempo do pós-operatório (0, 6-12, 24-30, 48-54, 72-78, e 120-126 horas), para avaliar o perfil destes marcadores. Dividiu-se a população em estudo em infetados e não infetados, e nestes comparou-se a procalcitonina e a proteína C reativa. Resultados: Foram incluídas 34 crianças, com uma mediana de idades de 12,6 anos (3 dias - 16 anos), submetidas a três tipos de cirurgias: Cirurgia Geral, Cirurgia Ortopédica e Neurocirurgia. Destas, 4 apresentavam sépsis e 30 não tinham infeção. Nos doentes sem infeção observou-se um aumento dos níveis da procalcitonina, atingindo um platô das 6-12 às 24-30 horas, que não ultrapassou os 2 ng/ml. Já nos doentes com infeção, o pico mediano foi superior a 10 ng/ml. Nesses doentes, o pico mediano da proteína C reativa foi atingido às 48-54 horas e ultrapassou os 5 mg/dl. A procalcitonina, mas não a proteína C reativa, apresentou diferenças estatisticamente significativas entre os doentes com e sem infeção. Os valores da procalcitonina nos doentes não infetados foram influenciados pelo grau de contaminação da cirurgia (sendo superior nas cirurgias limpa-contaminadas versus limpa) e pelos diferentes tipos de cirurgia (a Cirurgia Geral apresentou valores superiores face à Cirurgia Ortopédica e à Neurocirurgia no pós-operatório imediato). Conclusões: O presente estudo conclui que a procalcitonina pode ser um instrumento valioso para o diagnóstico de sépsis, no período pós-operatório de crianças e adolescentes, podendo ser útil para a otimização da terapêutica antibiótica. Introduction: In critically ill patients sepsis can be difficult to distinguish from other situations with an acute inflammatory response, as occurs after extensive surgical interventions. Procalcitonin is currently considered a marker of severe bacterial infection and sepsis, and can be useful in these cases. Aims: To assess the evolutional profile of procalcitonin and C-reactive protein in the postoperative period of children hospitalized in a Pediatric Intensive Care Unit, and compare both as markers of systemic bacterial infection. In addition, the factors that influence the evolution of PCT were determined. Methods: The study included children who underwent surgery and were admitted to the Intensive Care Unit of Pediatric Hospital Carmona da Mota, between the 15th September 2011 and 15th February 2012. Serial measurements of procalcitonin and C-reactive protein were performed at different time periods after surgery (0, 6-12, 24-30, 48-54, 72-78 and 120-126 hours), to evaluate the profile of these markers. The study population was divided into infected and non-infected and procalcitonin and C-reactive protein were compared in these groups. Results: 34 children were included, with a median age of 12,6 years (3 days - 16 years). Surgery was performed in three areas: General Surgery, Orthopedic Surgery and Neurosurgery. Of these children, 4 had sepsis and 30 had no infection. In non-infected patients increased levels of procalcitonin were observed, reaching a plateau from 6-12 to 24-30 hours, which did not exceed 2 ng/ml. In infected patients, the median peak was greater than 10 ng/ml. In these, the median peak of C-reactive protein was reached at 48-54 hours and exceeded 5 mg/dl. Procalcitonin, but not C-reactive protein, showed statistically significant differences between patients with and without infection. The values of procalcitonin in non-infected patients were influenced by the degree of wound contamination (higher in clean-contaminated versus clean surgery) and in different areas of surgery (the values in General Surgery were superior in comparison to Orthopedic Surgery and Neurosurgery, in the immediate postoperative period). Conclusions: This study concludes that procalcitonin can be an important marker for the diagnosis of sepsis in the postoperative period of children and adolescents, which may be useful to optimize the antibiotic therapy.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectProcalcitoninapor
dc.subjectProteína C reativapor
dc.subjectPós-operatóriopor
dc.subjectSépsispor
dc.subjectSíndrome de resposta inflamatória sistémicapor
dc.titleValor da procalcitonina como marcador de infeção bacteriana no pós-operatóriopor
dc.typemasterThesispor
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicinapor
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
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