Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/33736
Title: Imobilidades e fracturas. Mulheres, identidades e narrativas viajantes em Timor‑Leste
Authors: Cunha, Teresa 
Keywords: Diáspora; Exílio; Feminismo; Identidades; Mulheres; Pós-colonialismo; Timor-Leste
Issue Date: 2010
Publisher: Centro de Estudos Sociais
Serial title, monograph or event: Revista Crítica de Ciências Sociais
Volume: 89
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: A partida de Timor‑Leste e a ausência mais ou menos prolongada, e em maior ou menor grau politicamente motivada, condicionou a reconfiguração da identidade de algumas mulheres timorenses. Esta identidade reconfigurada passou a incorporar tanto as memórias do tempo passado na “sua terra” como as experiências que a condição de afastamento lhes impôs e a ficção do futuro como uma escatologia própria da diáspora. Neste texto, e num primeiro momento, é meu interesse reflectir sobre a teorização de modos de produção de identidades e narrativas viajantes e o seu lugar no confronto entre o consenso nacionalista e o dissenso pós‑bélico. Num segundo momento procuro discutir como estas identidades e discursividades migrantes e diaspóricas se constituem como lugares de imobilidade e de fractura nos quais as mulheres participam.
Departure from East Timor and a relatively prolonged and, to a certain extent, politically motivated absence have affected the reconfiguration of the identity of some Timorese women. This reconfigured identity has incorporated memories of the past in “the homeland”, the experiences of exile and the fiction of the future as a particular eschatology of the diaspora. In this text, I am initially interested in reflecting on the theorisation of the ways in which identities and travel narratives are produced and their place in the confrontation between nationalist consensus and post-war dissent. I then discuss how these migrant and diasporic identities and discourses are constituted as sites of immobility and rupture involving women.
Le départ du Timor-Oriental et l’absence plus ou moins prolongée et, à un degré plus ou moins fort, politiquement motivé, ont conditionné la reconfiguration de l’identité de certaines femmes timoraises. Cette identité reconfigurée a incorpore tout autant les souvenirs de “leur terre” que les expériences que la condition d’éloignement leur impose et la fiction d’un avenir comme une eschatologie propre de la diaspora. Dans ce texte, et dans un premier temps, mon intérêt est de me pencher sur la théorisation de modes de production d’identités et narratives voyageuses et leur place dans la confrontation entre le consensus nationaliste et le dissensus post-bellique. Dans un deuxième temps, je chercherai à savoir comment ces identités et discursivités migrantes et diasporiques se constituent comme lieux d’immobilité et de fractures auxquels les femmes participent.
URI: http://hdl.handle.net/10316/33736
ISSN: 0254-1106
2182-7435
DOI: 10.4000/rccs.3752
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Nacionais

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