Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/30120
Title: O poder institucional da FIFA como ator não estatal na política internacional
Authors: Rodrigues, Mariana Ramalho 
Orientador: Rodrigues, Daniel Marcelino
Keywords: FIFA; Política internacional; Organização não governamental; Governança; Futebol.
Issue Date: 24-Sep-2015
Publisher: FEUC
Citation: Rodrigues, Mariana Ramalho - O poder institucional como um ator não estatal na polítca internacional, Coimbra, 2015
Abstract: Com a ascensão de atores não estatais advindos da intensificação da globalização no século XX, questões que até então eram centrais na agenda política estatal foram suplantadas por assuntos que transpõe o viés securitário. É neste contexto que o desporto se fortalece e mostra sua capacidade de encantar e mobilizar nações com sua forte carga ideológica. Neste sentido, o presente trabalho visa analisar a atuação da Fédération Internationale de Football Association (FIFA) como a entidade máxima da governança do futebol mundial, a fim de identificar seus recursos políticos e econômicos que possibilitam sua influência diante de demais atores, inclusive Estados. Após breve contextualização histórica sobre o desporto e as Relações Internacionais, estabelecendo conexões com as áreas políticas, econômicas, sociais e culturais, a dissertação perpassa pelo processo de institucionalização de desporto até a elucidação sobre os megaeventos desportivos e sua capacidade impressionante de geração de receita. Fundamentando-se na teoria Institucionalista Neoliberal, o enfoque nas organizações internacionais é evidente e, por isso, o trabalho permite um aprofundamento no mundo FIFA de futebol, identificando a tipologia de sua organização e sua estrutura organizacional Posteriormente, são abordados os programas de desenvolvimento social e cultural executados pela FIFA, para então, compreender o desenvolvimento de sua governança, inclusive suas falhas, as quais contribuem para um ambiente de propensão à corrupção e suborno. Ao ensejo da conclusão, nota-se que a FIFA desenvolveu uma autonomia institucional a qual lhe confere, muitas vezes, uma comparação a um Estado soberano. Contudo, suas limitações em questões fora do escopo desportivo são factíveis, porém enfraquecidas quando se realiza a Copa do Mundo FIFA de Futebol.
Description: Dissertação de mestrado em Relações Internacionais, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Daniel Marcelino Rodrigues
URI: http://hdl.handle.net/10316/30120
Rights: openAccess
Appears in Collections:FEUC- Teses de Mestrado

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