Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/18319
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dc.contributor.authorPereira, Raquel Rebelo Aires-
dc.date.accessioned2012-02-14T12:13:25Z-
dc.date.available2012-02-14T12:13:25Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10316/18319-
dc.description.abstractAs doenças oncológicas são um dos principais problemas a nível mundial, sendo a segunda principal causa de morte em Portugal. O cancro colo-rectal é considerado a primeira causa de morte por neoplasia, enquanto que o cancro do colo do útero é a quinta. O cancro da mama é a principal causa de morte no sexo feminino. Rastreio é o processo selectivo para a detecção de formas precoces da doença em indivíduos assintomáticos, visando a melhoria do prognóstico da doença e redução da mortalidade. Os rastreios oncológicos permitem o diagnóstico precoce do cancro reduzindo a mortalidade e, por vezes, a incidência. Actualmente, em Portugal, existe um consenso acerca da utilidade de programas de rastreio em três tipos de cancro: colo-rectal, mama e colo do útero. Será feita também uma breve referência ao cancro da próstata. A revisão da literatura que se segue tem como objectivo a comparação dos principais protocolos internacionais ao nível dos rastreios oncológicos com o Plano Oncológico Nacional, assim como ao nível dos limites etários e periodicidade. Apesar de algum consenso, neste momento ainda se verificam alguns problemas e dúvidas acerca dos programas de rastreio existentes. Relativamente ao cancro colo-rectal, existem evidências acerca da utilidade da pesquisa de sangue oculto nas fezes, sigmoidoscopia e colonoscopia, bem como o seu início aos 50 anos de idade. Quanto ao cancro da mama, verifica-se consenso em relação ao uso da mamografia como método de rastreio. Contudo, a idade a que esta deve ser realizada ainda permanece controversa (40 a 50 anos), havendo um consenso para a idade do terminus (69 anos). O cancro do colo do útero apresenta um consenso relativamente ao seu método de rastreio: teste de Papanicolau. Por fim, não existe nenhuma evidência vantajosa acerca da utilidade de programas de rastreio utilizados no cancro da próstata. Assim, observa-se que, apesar das diferenças entre o Plano Oncológico Nacional e os restantes protocolos internacionais, este encontra-se adequado e actualizado no combate do cancro em Portugal.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCuidados primários de saúdepor
dc.subjectNeoplasiaspor
dc.titleRastreios oncológicos ao nível dos cuidados de saúde primáriospor
dc.typemasterThesispor
dc.peerreviewedYespor
item.languageiso639-1pt-
item.openairecristypehttp://purl.org/coar/resource_type/c_18cf-
item.openairetypemasterThesis-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.cerifentitytypePublications-
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado
FMUC Medicina - Teses de Mestrado
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