Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/1754
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dc.contributor.advisorCosta, Ernesto Jorge Fernandes-
dc.contributor.authorFerreira, José Luís da Silva-
dc.date.accessioned2008-12-05T09:59:34Z-
dc.date.available2008-12-05T09:59:34Z-
dc.date.issued1999-10-29en_US
dc.identifier.citationContribuição para a aprendizagem por instrução em sistemas de planeamento. Coimbra, ed. aut., 1999. 292 p.-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/1754-
dc.descriptionTese de doutoramento em Engenharia Informática apresentada à Fac. de Ciências e Tecnologia da Univ. de Coimbra-
dc.description.abstractA capacidade de planear é uma característica de alguns agentes inteligentes, envolvendo o raciocínio sobre a utilização de acções, para alcançar objectivos pré-definidos. A capacidade de aprendizagem é outra característica de alguns agentes inteligentes, os quais são capazes de adquirir ou refinar o conhecimento de que necessitam para a resolução de problemas. Raciocinar sobre as acções exige o conhecimento de modelos das mesmas, os operadores, os quais necessitam ser codificados por um utilizador humano, ou adquiridos pelos sistema. Aprender a resolver problemas de planeamento pode envolver a aquisição ou refinamento dos operadores, a reutilização de soluções, ou outros mecanismos que permitam mais eficiência na resolução de problemas. A tese propõe a integração do utilizador no processo de aprendizagem, através de mecanismos de instrução e validação de experiências, como uma solução interessante para o problema da transferência de conhecimento do perito humano para o agente inteligente artificial, não experimentada anteriormente. A aprendizagem por instrução, através de uma estratégia de iniciativa mista, tira partido do utilizador, o qual instrui o agente, valida soluções e apresenta os seus próprios problemas e alternativas de solução. O agente tenta resolver os problemas, através do conhecimento de que dispõe, validando o mesmo, por experimentação, numa interacção dirigida por exemplos concretos de resolução de problemas. A aprendizagem por instrução exige do aprendiz capacidades de observação e de experimentação, iniciativa, e capacidade crítica relativamente à qualidade do que lhe é transmitido. O agente é ainda capaz de aprender com a experiência, mediante a aquisição de macro-operadores, para simplificar a construção de soluções futuras. Assim, a construção dos macro-operadores é guiada pela satisfação de objectivos, através de uma hierarquia que permitirá, utilizando processos adequados, a eficiente construção de novas soluções.en_US
dc.language.isoporpor
dc.rightsembargoedAccesseng
dc.subjectEngenharia Informáticaen_US
dc.titleContribuição para a aprendizagem por instrução em sistemas de planeamentoen_US
dc.typedoctoralThesisen_US
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
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