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Title: Avaliação por bioimpedância da composição corporal em adolescentes femininos pós-menarcais : construção de uma equação linear múltipla com base em indicadores antropométricos
Authors: Simões, Ana Isabel Novais Fontes Baganha 
Orientador: Silva, Manuel João Coelho e
Figueiredo, António José Barata
Keywords: Populações especiais -- Coimbra; Avaliação -- adolescentes; Antropometria; Bioimpedância; Menarca
Issue Date: 2010
Citation: Simões, Ana Isabel Novais Fontes Baganha - Avaliação por bioimpedância da composição corporal em adolescentes femininos pós-menarcais : construção de uma equação linear múltipla com base em indicadores antropométricos. Coimbra : [edição do autor], 2010
Abstract: Objectivos: Calcular a % de massa gorda (MG) e de massa isenta de gordura (MIG) com base nas fórmulas de Slaugther et al. (1988), calcular os valores de composição corporal (% e total) por bioimpedância (BIA), determinar as pregas de gordura subcutânea com maior associação aos resultados da bioimpedância, construir uma equação linear com base nas pregas com maior poder associativo, calculando o erro padrão da estimativa e determinar a associação entre os vários resultados de percentagem de MG e as medidas de aptidão física ligada ao cardiorespiratory fitness, as medidas de actividade física e as resultantes do questionário de frequência alimentar, para testar o conteúdo das fórmulas. Amostra: 22 meninas (idade, 13,9±0.9 anos; estatura, 159,0±8,1; massa corporal, 48,9±9.3; %MGBIA, 24,1±5,5) frequentando a Escola Básica 2,3 de Condeixa-a-Nova no distrito de Coimbra. Metodologia: As pregas adiposas subcutâneas (tricipital, bicipital, crural, geminal medial, subescapular, suprailíaca e abdominal) foram medidas com um adipómetro Lange Skinfold Caliper. A %MG foi estimada pela BIA com recurso a um analisador de frequência múltipla de método clássico mão-pé (Akern, modelo BIA101, Akern Srl, Florence, Italy, 2004). A aptidão física foi avaliada com recurso às provas PACER, milha (1609m), “sit-ups” de 60s e “sit-and-reach”. A AF foi quantificada por acelerometria (sensor uniaxial Actigraph GT1M), durante 5 dias consecutivos (dois de fim-de-semana e três de semana) e pelo diário de Bouchard et al. (1983), durante 3 dias igualmente consecutivos (dois durante a semana e um ao fim de semana). Adoptaram-se as pregas usadas no estudo de Slaughter et al. (1988) e as de maior associação com a %MGBIA para os sujeitos com valor igual ou inferior a 35mm no somatório das pregas tricipital com a subescapular ( TSub). Foi considerada a %MGBIA como variável dependente e as pregas subcutâneas como variáveis independentes. O desempenho dos modelos desenvolvidos foi avaliado pelo coeficiente de correlação (R), coeficiente de determinação (R2) e erro padrão de estimativa (EPE). Resultados: O modelo desenvolvido com o somatório das pregas tricipital e subescapular ( TSub) foi, %MG=1.285 x TSub – 0.013 x ( TSub)2 – 0.328 (R=0.82, R2ajustado=0.62, EPE=3.31) e o modelo desenvolvido com o somatório das pregas R2ajustado=0.77, EPE=2.74). As pregas geminal medial, crural, tricipital e subescapular foram as que mais se associaram à %MGBIA. As equações propostas por Slaughter et al. (1988) associaram-se de modo elevado aos resultados proporcionados pela bioimpedância. Verificou-se existir uma associação forte entre as equações construídas no presente estudo e as equações originais, apresentando-se as equações propostas por Slaughter et al. (1988) como válidas para a população de onde foi seleccionada a amostra. Verificou-se uma elevada associação entre os resultados da aptidão aeróbia, proporcionados pela prova da milha e pelo PACER, e os vários resultados de percentagem de massa gorda proporcionados pelas medidas concorrentes. Constatou-se uma associação inversa entre valores mais baixos de percentagem de massa gorda e actividade física moderada a vigorosa e actividade física vigorosa (ambas ao fim-de-semana e avaliadas por acelerometria). Por outro lado, valores mais elevados de actividade física ligeira (acelerometria) apresentaram-se associados de modo positivo com valores de percentagem de massa gorda mais elevados. Verificou-se que valores mais baixos de consumo de gordura total e de gordura monoinsaturada ingeridas seassociaram, em ambos os casos, a valores mais baixos de percentagem de massa gorda. Em sentido inverso, o consumo mais elevado de cálcio, fibra alimentar e de calorias ingeridas associaram-se a valores mais baixos de percentagem de massa gorda.
Description: Dissertação de mestrado em Exercício e Saúde em Populações Especiais, apresentada à Fac. de Ciências do Desporto e Educação Fisica da Univ. de Coimbra
URI: http://hdl.handle.net/10316/15007
Rights: openAccess
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