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Título: Consensus Recommendations of the Multiple Sclerosis Study Group and the Portuguese Neuroradiological Society for the Use of Magnetic Resonance Imaging in Multiple Sclerosis in Clinical Practice: Part 2
Autor: Pereira, Daniela Jardim 
Abreu, Pedro
Reis, Ana Mafalda
Seixas, Daniela
Carreiro, Inês
Cravo, Isabel
Gomes, Graça Joana da Cruz 
Freitas, Pedro Melo
Brito, Olga
Silva, Solange Vieira da 
Vale, José Fernandes do 
Vilela, Pedro
Palavras-chave: Demyelinating Diseases; Magnetic Resonance Imaging; Multiple Sclerosis; Practice Guidelines as Topic
Data: 3-Jan-2020
Editora: Ordem dos Médicos
Título da revista, periódico, livro ou evento: Acta Médica Portuguesa
Volume: 33
Número: 1
Resumo: Magnetic resonance imaging is recognized as the most important diagnostic test in the diagnosis of multiple sclerosis, differential diagnosis and evaluation of progression/therapeutic response. However, to make optimal use of magnetic resonance imaging in multiple sclerosis, the use of a standard, reproducible and comparable imaging protocol is of uttermost importance. In this context, the Portuguese Society of Neuroradiology and the Group of Studies of Multiple Sclerosis, after a joint discussion, appointed a committee of experts to create recommendations adapted to the national reality on the use of magnetic resonance imaging in multiple sclerosis. This document represents the second part of the first Portuguese consensus recommendations on the use of magnetic resonance imaging in multiple sclerosis in clinical practice.
Introdução: A ressonância magnética é considerada o exame complementar mais importante para o diagnóstico de esclerose múltipla, seus diagnósticos diferenciais e avaliação da sua progressão/resposta terapêutica. No entanto, para um uso ótimo desta ferramenta na esclerose múltipla, é essencial a aplicação de um protocolo de imagem padronizado, reprodutível e comparável. Neste contexto, o Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla e a Sociedade Portuguesa de Neurorradiologia, após discussão conjunta, designaram um comité de peritos para a criação de recomendações adaptadas à realidade nacional sobre a utilização da ressonância magnética na esclerose múltipla. Este documento corresponde à segunda parte das primeiras recomendações de consenso portuguesas sobre a utilização da ressonância magnética na esclerose múltipla na prática clínica. Material e Métodos: O Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla e a Sociedade Portuguesa de Neurorradiologia após discussão do tema em reuniões de âmbito nacional e de uma reunião do grupo de trabalho que teve lugar na Figueira da Foz em maio de 2017, designaram um comité de peritos que elaboraram por método de consenso protocolos padronizados sobre o uso da ressonância magnética na esclerose múltipla. O documento teve como base a melhor evidência científica e a opinião dos peritos. Posteriormente rorradiologia; tendo sido considerados os seus comentários e sugestões. As estratégias padronizadas de referenciação imagiológica na prática clínica para o diagnóstico e seguimento da esclerose múltipla foram publicadas na primeira parte deste artigo. Resultados: Neste artigo são propostos os protocolos de aquisição de ressonância magnética adequados para o diagnóstico e moni- torização da esclerose múltipla, bem como a informação a constar do relatório imagiológico, tendo em vista a sua aplicação nas várias instituições de saúde portuguesas. Conclusão: Os autores esperam que estas primeiras orientações portuguesas sobre a utilização da ressonância magnética na escle- rose múltipla na prática clínica contribuam para otimizar a gestão desta patologia e melhorar o tratamento destes doentes em Portugal.
URI: https://hdl.handle.net/10316/113145
ISSN: 1646-0758
0870-399X
DOI: 10.20344/amp.11532
Direitos: openAccess
Aparece nas coleções:I&D CEIS20 - Artigos em Revistas Nacionais

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