Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/10240
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dc.contributor.advisorGomes, António Carlos-
dc.contributor.advisorFerreira, José Pedro Leitão-
dc.contributor.authorLopes, André Reis-
dc.date.accessioned2009-06-17T13:23:10Z-
dc.date.available2009-06-17T13:23:10Z-
dc.date.issued2009-06-17T13:23:10Z-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/10240-
dc.descriptionDisponível em suporte de papel na Biblioteca da FCDEF/UCen_US
dc.description.abstractResumo O presente trabalho teve como objectivo estudar quais os factores que mais podem influenciar, positiva ou negativamente, o desempenho ofensivo e defensivo do jogador Zona 4 no Voleibol. A fim de analisar o projecto de estudo, levantámos algumas hipóteses e foi definida a amostra: dezoito sets completos de jogos de Voleibol Masculino, do escalão de seniores, referentes à fase final da Liga Mundial do ano 2006. As equipas da Liga Mundial observadas foram as selecções do Brasil, da França – com cinco sets analisados de cada uma –, da Bulgária e da Rússia – com quatro sets analisados de cada uma. Os dados recolhidos colocaram-se numa grelha de observação e foram posteriormente analisados. Através dessa análise foi possível verificar que existem diferenças estatisticamente significantes entre as todas as eficácias de ataque analisadas. Constatámos que, quando se encontra em zona ofensiva, o zona 4 apresenta uma eficácia de ataque superior quando comparada com a do atleta que se encontra em zona defensiva. O mesmo sucedeu com o atleta que joga junto ao distribuidor, que apresenta uma eficácia atacante superior à daquele que joga afastado. Ainda em relação ao ataque, verificámos que a eficácia do atleta que só ataca é superior à daquele que recebe o serviço adversário antes de atacar. Em relação à recepção ao serviço, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas, apesar de os atletas que se encontram em zona ofensiva apresentarem uma eficácia ligeiramente superior àquela que foi registada nos que se encontram no “fundo”. O mesmo sucedeu com os atletas de zona 4 que jogam junto ao distribuidor que, apesar de não ser estatisticamente significativa, apresentam uma eficácia de recepção superior.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.rightsopenAccesseng
dc.subjectVoleibolen_US
dc.subjectJogos Desportivos Colectivosen_US
dc.titleEstrutura Interna Do Jogo De Voleibol: Estudo Comparativo Entre O Zona 41 (Que Actua Junto Do Distribuidor)en_US
dc.typebachelorThesisen_US
uc.controloAutoridadeSim-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
crisitem.advisor.deptFaculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidade de Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCIDAF - Research Unit for Sport and Physical Activity/University of Coimbra-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-4427-3276-
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