Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/102254
Title: International survey on trauma teams and how they are trained
Other Titles: Survey internacional sobre equipas de trauma e como são treinadas
Authors: Bento, André Filipe Candeias
Orientador: Alexandrino, Henrique Miguel Marques Bom Borges
Ferreira, Luis Miguel Rocha
Keywords: Equipa de trauma; Treino de equipa de trauma; Cursos de trauma; Competências não técnicas; Survey; Trauma team; Trauma team training; Trauma courses; Non-technical skills; Survey
Issue Date: 18-May-2022
Serial title, monograph or event: International survey on trauma teams and how they are trained
Place of publication or event: FMUC
Abstract: Introduction: Trauma teams (TTs) are a key tool in trauma care, as they bring a multidisciplinary approach to the trauma patient, improving outcomes. Excellent teamwork (TW) requires not only individual skills but also training at non-technical skills (NTS). Although there is evidence supporting TTs, there is little information regarding how they are organized and trained. With this study, we intend to assess the reality of TTs all over the world, focusing on how they are organized and trained.Materials and methods: We composed a 42-question sheet on Google Forms, in four different languages (English, Polish, Portuguese, and Spanish). The questions regarded the respondents’ background, and their respective hospitals’ trauma patient management, TT features and its training, and NTS and TW. The survey was shared on social media, through the International Assessment Group of Online Surgical & Trauma Education community, and the European Society of Trauma and Emergency Surgery. Statistical analysis was performed on Statistical Package for the Social Sciences (SPSS®) version 27.Results: We obtained 296 answers from 52 different countries, with six having at least 10 answers (Brazil, Portugal, Poland, Spain, Italy, and USA). While the majority of the respondents (97%) agreed that TTs can improve outcomes, only 61% have a TT in their hospital, with 69% of these being dedicated TTs. General surgery (76%), trauma surgery (68%), and anesthesia (66%) were the three most common specialties in the teams. Teams performed briefings and debriefings with a frequency of, at least, “often” in only 49% and 38%, respectively. Only 50% and 33% of the respondents stated that their hospital provided trauma management courses, focusing on individual technical skills, and TT training courses, respectively. The Advanced Trauma Life Support (85%), the Definitive Surgical and Anesthetic Trauma Care (38%), and the European Trauma Course (31%) were the three trauma management courses of choice. Regarding TT training courses, the European Trauma Course (52%) and local/in-house (42%) courses were the most popular ones. Most participants (93%) stated that NTS were highly important in trauma care, however, only 60% of the respondents had postgraduate training on NTS and TW, and only 24% had this type of training on an undergraduate level.Conclusion: The number of TTs worldwide does not match their relevance in trauma care. Institutions are not providing enough trauma courses, in particular, TT training courses and NTS teaching. Implementing TT should include promotion of team courses, as well a team briefings and debriefings.
Introdução: As equipas de trauma (TTs) são uma ferramenta chave nos cuidados de trauma, pois permitem uma abordagem multidisciplinar ao doente de trauma, melhorando os resultados. Um excelente trabalho de equipa (TW) requer não só competências individuais, mas também formação em competências não técnicas (NTS). Embora existam evidências de apoio às TTs, há pouca informação sobre a forma como são organizadas e treinadas. Com este estudo, pretendemos avaliar a realidade das TTs em todo o mundo, focando-nos na forma como são organizadas e treinadas.Materiais e métodos: Compusemos um questionário de 42 perguntas com o Google Forms, em quatro idiomas diferentes (espanhol, inglês, polaco e português). As questões abordam o background dos inquiridos, e a gestão do doente de trauma dos respetivos hospitais, as características da TT e a sua formação, e as NTS e TW. O inquérito foi partilhado nas redes sociais, através da comunidade do International Assessment Group of Online Surgical & Trauma Education e da Sociedade Europeia de Trauma e Cirurgia de Emergência. A análise estatística foi realizada no Statistical Package for the Social Sciences (SPSS®) versão 27.Resultados: Obtivemos 296 respostas de 52 países diferentes, em que seis têm pelo menos 10 respostas (Brasil, Portugal, Polónia, Espanha, Itália e EUA). Enquanto a maioria dos inquiridos (97%) concordou que as TTs podem melhorar os resultados, apenas 61% dos participantes têm uma TT no seu hospital, sendo que 69% destas são TTs dedicadas. Cirurgia geral (76%), cirurgia de trauma (68%) e anestesia (66%) foram as três especialidades mais comuns nas equipas. As equipas realizaram briefings e debriefings com um frequência de, pelo menos, “regularmente” em apenas 49% e 38%, respetivamente. Apenas 50% e 33% dos inquiridos afirmaram que o seu hospital fornecia cursos de gestão de trauma, com foco em competências técnicas individuais, e cursos de formação de TTs, respetivamente. O Advanced Trauma Life Support (85%), o Definitive Surgical and Anesthetic Trauma Care (38%), e o European Trauma Course (31%) foram os três cursos de gestão de trauma de eleição. No que diz respeito aos cursos de formação de TTs, o European Trauma Course (52%) e os cursos locais/internos (42%) foram os mais populares. A maioria dos participantes (93%) afirmou que as NTS eram muito importante nos cuidados de trauma, no entanto, apenas 60% dos inquiridos tinham formação pós-graduada em NTS e TW, e apenas 24% tinham este tipo de formação a nível pré-graduado.Conclusão: O número de TTs em todo o mundo não corresponde à sua importância nos cuidados de trauma. As instituições não estão a fornecer cursos de trauma suficientes, em particular, cursos de formação de TTs e ensino de NTS. A implementação da TT deve incluir a promoção de cursos de equipa, bem como briefings de equipa e debriefings.
Description: Trabalho Final do Mestrado Integrado em Medicina apresentado à Faculdade de Medicina
URI: https://hdl.handle.net/10316/102254
Rights: embargoedAccess
Appears in Collections:UC - Dissertações de Mestrado

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