Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/80536
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dc.contributor.advisorCavaleiro, Carlos Manuel Freire-
dc.contributor.authorFontinha, Soraia Raquel Ferreira-
dc.date.accessioned2018-08-20T17:45:50Z-
dc.date.available2018-08-20T17:45:50Z-
dc.date.issued2014-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/80536-
dc.descriptionMonografia realizada no âmbito da unidade de Estágio Curricular do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, apresentada à Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbrapt
dc.description.abstractOs sumos de “super-frutos” estão na moda. São constituidos por frutos, oriundos de países exóticos, com um longo historial de utilização na medicina tradicional desses países, e que vêm acompanhados de diversas alegações nutricionais e de saúde. Um dos mais populares é o mangostão, fruto da planta Garcinia mangostana Linn. (GML), cujas principais alegações feitas são ao nível da sua actividade antioxidante, antitumoral, anti-inflamatória, possibilidade de utilização em infeções, na diabetes, etc. Neste trabalho, foi realizado um levantamento da informação científica disponível que está na base das alegações de saúde publicitadas e tentámos perceber riscos que estes produtos possam trazer para a nossa saúde. Como foi possível concluir, a maioria das alegações baseia-se em resultados de estudos pré-clínicos que as empresas de comercialização invocam para publicitar as alegadas propriedades terapêuticas do mangostão. Os ensaios clínicos são muito escassos e, os que existem, são inapropriados, avaliando produtos que contêm mangostão misturado com outras plantas ou revelam deficiências de concepção, insuficiente número de indivíduos, curta duração dos ensaios, etc.. Apesar de parecerem seguros, não sabemos as consequências do consumo excessivo destes produtos, quer ao nível da saúde, quer ao nível da possibilidade de interações com fármacos. Sendo assim, enquanto Farmacêuticos, devemos alertar os doentes que consomem este tipo de produtos, não só para prevenir e identificar possíveis interações, como também para avaliar a segurança nos consumidores.pt
dc.description.abstract“Super fruits” juices are trendy. They are made of fruits coming from exotic countries, with a long history of use in traditional medicine of these countries, and are accompained by several nutritional and health claims. One of the most popular is mangosteen, the fruit from Garcinia mangostana Linn. (GML), whose main health claims are their antioxidant, antitumor, and anti-inflammatory activities, possible use in infections and diabetes, etc. In this work, we made a research on the available scientific information which is the basis of the health claims advertised and tried to realize the risks that these products can bring to our health. As we conclude, most of the claims were based in pre-clinical results that the companies use to publicize the alleged therapeutic properties of mangosteen. There are few clinical trials and those that exist are inappropriate, evaluate products which contain mangosteen mixed with other plants, or reveal deficiencies in design, insufficient number of individuals, short periods, etc. Although they look safe, we don’t know the consequences of the excessive comsumption of these products, both in terms of health, both in terms of possibility of interaction with drugs. Therefore, as pharmacists, we should warn the patients who consume these products, not only to prevent and identify possible interactions, but also to evaluate their safety to consumers.pt
dc.language.isoporpt
dc.rightsopenAccesspt
dc.subjectFitoterapiapt
dc.subjectPlantas medicinaispt
dc.subjectFrutapt
dc.subjectExtractos de plantaspt
dc.subjectGarcinia mangostanapt
dc.titlePlantas exóticas: alegações medicinais e suas baes científicas: Mangostãopt
dc.typeotherpt
degois.publication.locationCoimbrapt
dc.peerreviewedyespt
dc.date.embargo2014-07-01*
dc.date.periodoembargo0pt
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Ciências Farmacêuticaspt
uc.rechabilitacaoestrangeiranopt
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextCom Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextopen-
crisitem.advisor.deptFaculdade de Farmácia, Universidade de Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCNC.IBILI-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-5937-1127-
Appears in Collections:FFUC- Teses de Mestrado
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