Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/33782
Title: Os caminhos estreitos da economia portuguesa: Trabalho, produção, empresas e mercados
Authors: Reis, José 
Keywords: Economia portuguesa; Trabalho; Crescimento; Desigualdades
Issue Date: 2009
Publisher: Centro de Estudos Sociais
Serial title, monograph or event: Revista Crítica de Ciências Sociais
Volume: 85
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: Neste texto parte-se de uma convicção teórica: a diversidade é uma marca essencial da organização das economias. Assim se estabelece a distância com as visões globalistas que têm predominado nas ciências sociais. Depois, analisa-se a economia portuguesa através do que se considera ser uma das suas características centrais – o amplo uso de força de trabalho. Defende-se de seguida que a disponibilidade do trabalho não tem tido como consequência boa organização empresarial, faltando inovação e inclusão. O trabalho é, pois, a base do crescimento. Mas não da justiça redistributiva. Os dilemas da economia portuguesa são ainda complementados pelo que se passa nos seus limitados mercados de exportação.
This text begins with the theoretical conviction that diversity is an essential feature in the organisation of economies, thereby distancing itself from the globalist views that have predominated in the social sciences. The Portuguese economy is analysed in terms of what is considered to be one of its central features – extensive use of the labour force. Following this, it is argued that availability of labour has not led to good business management, since innovation and inclusion are lacking. Labour is, therefore, the basis of growth, but not of fair redistribution. The dilemmas faced by the Portuguese economy are additionally affected by what takes place in its limited export markets.
On part, dans ce texte, d’une conviction théorique: La diversité est une marque essentielle de l’organisation des économies. C’est ainsi que s’établit la distance avec les visions globalistes qui ont prédominé dans les sciences sociales. Ensuite, l’économie portugaise est analysée à travers de ce qui es tenu comme une de ses caractéristiques centrales – la vaste utilisation de la force de travail. Il est plus loin soutenu que la disponibilité du travail n’a pas eu pour conséquence une bonne organisation des entreprises, l’innovation et l’inclusion faisant défaut. Dès lors, le travail est la base de la croissance. Mais non pas de la justice redistributive. Les dilemmes de l’économie portugaise sont aussi complétés par ce qui se passe dans ses marchés d’exportation limités.
URI: http://hdl.handle.net/10316/33782
ISSN: 0254-1106
2182-7435
DOI: 10.4000/rccs.323
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CES - Artigos em Revistas Nacionais

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