Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/31538
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dc.contributor.authorVaquinhas, Irene-
dc.date.accessioned2016-07-11T11:21:08Z-
dc.date.available2016-07-11T11:21:08Z-
dc.date.issued2016-07-11-
dc.identifier.issnISSN 2340-9029-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/31538-
dc.descriptionThis article studies the political and associative activity of Cristina Torres dos Santos (1891-1975), an educator and a pedagogue, in her youth, as one of the faces of republicanism in the city of Figueira da Foz (Portugal). Born of humble origins and coming from a working class family, within her life, her work as a tailor’s seamstress in a workshop inter- twines with her associative and journalistic activity, within the framework of a committed republican militancy. From a very young age, she distinguished herself in the support for the education of the common people, especially of women, having founded and directed, for this purpose, the Associação Fraternidade Feminina (1911-1915), in charge of an evening school for girls. Her activism was met with some criticism from the local community. Her example represents a powerful testimony of the construction of women’s citizenship in a unique period of the history of Portugal -the First Portuguese Republic-, by striving to overcome the reality of the labor, political and cultural discrimination of women.por
dc.description.abstractO presente artigo problematiza a atividade política e associativa de Cristina Torres dos Santos (1891-1975), educadora e pedagoga, nos seus tempos de juventude, sendo um dos rostos do republicanismo na cidade da Figueira da Foz (Portugal). De origem modesta, provindo de uma família do meio operário, na sua trajetória de vida cruzam-se o trabalho oficinal, como costureira de alfaiate, com a atividade associativa e jornalística, no quadro de uma empenhada militância republicana. Desde muito jovem se distinguiu na defesa da instrução popular, sobretudo feminina, tendo fundado e diri- gido, com esse propósito, a Associação Fraternidade Feminina (1911-1915), responsável por uma escola noturna para raparigas, tendo o seu ativismo suscitado algumas reações locais de desagrado. O seu exemplo constitui um testemunho significativo da construção da cidadania feminina num período singular da história de Portugal —a I República—, ao pretender superar a realidade da discriminação laboral, política e cultural femininas.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCidadania Femininapor
dc.subjectMulheres e Associações femininas republicanaspor
dc.titleA APRENDIZAGEM DA CIDADANIA OS TEMPOS DE JUVENTUDE DE UMA REPUBLICANA SINGULAR: CRISTINA TORRES DOS SANTOS (1891-1921)por
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage91por
degois.publication.lastPage119por
degois.publication.locationUNEDpor
degois.publication.titleRevista de Escritoras Ibericaspor
dc.peerreviewedYespor
degois.publication.volume2/2014por
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
Appears in Collections:FLUC Secção de História - Artigos em Revistas Internacionais
I&D CHSC - Artigos em Revistas Internacionais
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