Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/14386
Title: Carcinoma da próstata: importância da glicoproteína MUC-1 no prognóstico
Other Titles: Prostate carcinoma: prognostic relevance of glicoprotein MUC-1
Authors: Marques, Ana Filipa 
Espírito Santo, Joana 
Gomes, Ana 
Castelo-Branco, Noémia 
Carvalho, Lina 
Keywords: Carcinoma da próstata; MUC-1; Prognóstico; Imunohistoquímica
Issue Date: Sep-2010
Publisher: Associação Portuguesa de Urologia
Keywords: Carcinoma da próstata; MUC-1; Prognóstico; Imunohistoquímica
Issue Date: Sep-2010
Publisher: Associação Portuguesa de Urologia
Citation: MARQUES, Ana Filipa [et al.] - Carcinoma da próstata: importância da glicoproteína MUC-1 no prognóstico. "Acta Urológica". 27:3 (2010) 11-18
Abstract: Introdução: A MUC-1, glicoproteína da membrana celular, tem sido implicada no carcinoma da próstata e está frequentemente sobre-expressa no carcinoma prostático onde a alteração da sua expressão estará associada a mau prognóstico, pelo que tem sido proposta como um novo marcador molecular de prognóstico. Objectivo: Este estudo pretendeu estabelecer o valor prognóstico da expressão imunohistoquímica da MUC-1 no carcinoma da próstata, através da sua validação em biópsias prostáticas. Material e Métodos: Efectuou-se o estudo retrospectivo em 53 biópsias de carcinomas da próstata (pré- ‑terapêutica) diagnosticados no Serviço de Urologia do I.P.O. – Coimbra - F.G., E.P.E.. Procedeu-se à avaliação da expressão imunohistoquímica da MUC-1 em cortes de parafina das biópsias prostáticas, utilizando o anticorpo monoclonal Ma552 Novocastra-Menarini e analisou-se a relação da expressão desta glicoproteína com os factores de prognóstico convencionais (PSA sérico pré-terapêutica, estádio clínico e grau histológico do tumor) e com a recidiva bioquímica e sobrevivência. Resultados: Em 23/53 das biópsias (43%) foi observada a expressão positiva da MUC-1 (≥10% das células) com expressão membranar apical e coexistência de expressão citoplasmática e membranar apical, respectivamente, no epitélio normal da próstata e no carcinoma. No período médio de follow-up de 80 meses ocorreu uma recidiva bioquímica em 35/53 dos doentes (66%) (p=0,624), 17 MUC-1 positivo (48,6%) e 18 MUC-1 negativo (51,4%); 4/47 dos doentes (8,5%) morreram devido ao carcinoma (p=0,901), com igual frequência (n=2 [50%]) em carcinomas MUC-1 positivo e negativo. Conclusões: A expressão imunohistoquímica da MUC-1 no carcinoma da próstata não mostrou ter valor prognóstico no presente estudo (n=53), à semelhança de outros estudos com amostragens idênticas previamente publicados.
URI: http://hdl.handle.net/10316/14386
Rights: openAccess
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