Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316/103840
Title: Journalism in Time of Pandemic: New Professional Routines, New Ethical Challenges
Other Titles: Jornalistas em Tempo de Pandemia: Novas Rotinas Profissionais, Novos Desafios Éticos
Authors: Miranda, João 
Fidalgo, Joaquim
Martins, Paulo
Keywords: deontology; news sources; newsroom; professional routines; teleworking; deontologia; fontes de informação; redação; rotinas profissionais; teletrabalho
Issue Date: 2021
Publisher: University of Minho, Communication and Society Research Centre
Project: UIDB/00736/2020 
Serial title, monograph or event: Comunicacao e Sociedade
Volume: 39
Abstract: The covid-19 pandemic and the subsequent process of confinement led to lines of convulsion in different sectors of society. Marked by a context of instability and uncertainty, where different manifestations of technological, economic and social transformation enhance new practices and conventions, as well as raising new and renewed deontological challenges, journalism is no exception. Based on the responses of a survey answered by 890 Portuguese journalists, this article seeks to map the effects of the March–April 2020 state of emergency on practices and routines, and on the ethical-professional precepts of an activity that calls for a revived relevance in an environment of disinformation and “infodemic”. More than revealing new problems, the results obtained suggest the intensification of the pre-existing challenges and dilemmas. In terms of practices, it is indicated that the activity is relatively domiciled. This phenomenon is accompanied by marks of depersonalization of contact with sources and events, and by signs of social isolation from journalists. In the ethical-deontological field, the emergence of particular deontological issues in the context of the pandemic, where aspects related to rigour — rejection of sensationalism, a clear distinction between facts and opinion or repudiation of any form of censorship — as well as to subsequent elements underlying contact with the sources, take on a special dimension.
A pandemia da covid-19 e o subsequente processo de confinamento conduziram a linhas de convulsão em diferentes setores da sociedade. Marcado por um contexto de instabilidade e incerteza, onde diferentes manifestações de transformação tecnológica, económica e social potenciam novas práticas e convenções, bem como suscitam novos e renovados desafios deontológicos, o jornalismo não é exceção. Com base nas respostas de um inquérito a 890 jornalistas portugueses, o presente artigo procura mapear os efeitos do estado de emergência de março a abril de 2020 nas práticas e rotinas, e nos preceitos ético-profissionais de uma atividade que avoca uma reavivada relevância num ambiente de desinformação e “infodemia”. Mais do que revelarem novos problemas, os resultados sugerem uma acentuação dos desafios e dilemas pré-existentes. No plano das práticas, indicia-se uma domiciliação relativamente transversal da atividade. Este fenómeno é acompanhado por marcas de despersonalização do contacto com as fontes e eventos, e por sinais de isolamento social dos jornalistas. No campo ético-deontológico, sublinha-se a emergência de questões deontológicas particulares no contexto da pandemia, onde os aspetos relacionados com o rigor — rejeição do sensacionalismo, distinção clara entre factos e opiniões ou repúdio de quaisquer formas de censura —, assim como os elementos subjacentes ao contacto com as fontes, assumem especial dimensão.
URI: https://hdl.handle.net/10316/103840
ISSN: 2183-3575
1645-2089
DOI: 10.17231/comsoc.39(2021).3176
Rights: openAccess
Appears in Collections:I&D CEIS20 - Artigos em Revistas Nacionais

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