Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/86949
Title: As finanças da Câmara Municipal de Coimbra: Estrutura e evolução (1601-1660)
Authors: Barbosa, José Luís dos Santos
Keywords: Municípios; Receitas; Despesas; Crise; Século XVII;
Issue Date: 25-Jul-2018
Citation: BARBOSA, José Luís dos Santos (2018) - As finanças da Câmara Municipal de Coimbra: Estrutura e evolução (1601-1660), Dissertação de Mestrado em História, orientada pela Doutora Margarida Sobral Neto e coorientada pela Doutora Ana Isabel Ribeiro, apresentada ao Departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Coimbra.
Serial title, monograph or event: Dissertação de Mestrado em História, orientada pela Doutora Margarida Sobral Neto e coorientada pela Doutora Ana Isabel Ribeiro, apresentada ao Departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: Esta dissertação estuda a estrutura e a evolução das finanças concelhias da Câmara Municipal de Coimbra, no período que decorre entre 1601 e 1660. Tendo como base os conhecimentos disponíveis nas obras A vida económica e social de Coimbra de 1537 a 1640, de António de Oliveira, O Município de Coimbra da Restauração ao Pombalismo: Geografia do Poder Municipal, de Sérgio Soares e Nobrezas e governança: identidades e perfis sociais (Coimbra, 1777-1820), de Ana Isabel Ribeiro, bem como em outros estudos sobre a cidade, este trabalho pretende trazer novos dados sobre a economia da instituição concelhia. As competências das câmaras, próprias e delegadas do poder central, nas áreas administrativa e judicial, económica, social e militar, conferiram-lhes uma grande capacidade de organizar o quotidiano das populações e dar resposta aos seus problemas no período medieval e moderno, mas também na atualidade, tempo em que os concelhos são dotados de maiores competências decorrentes do processo de descentralização. A Coimbra do séc. XVII era cabeça de comarca e provedoria, detentora de um alargado termo, constituído por cerca de 100 juradias, tendo algumas estatuto de concelhos. O funcionamento camarário e as funções dos seus oficiais estavam regulamentados pela legislação proveniente do poder central, bem como pela legislação municipal, caso das posturas. O âmago central da dissertação está na análise da composição das receitas e despesas e da sua evolução do longo do tempo, bem como no estudo da intervenção dos oficiais concelhios e de outros servidores na gestão económica do concelho. Tentámos, para além dos números, captar a vida camarária, no sentido de uma melhor compreensão e interpretação das fontes das finanças municipais. Usamos uma metodologia comparativa, ainda que com os limites decorrentes da escassez de estudos para o século XVII. Tentamos aferir o impacto que a “Crise do séc. XVII” e a Guerra da Restauração tiveram nas finanças municipais, analisando as quebras nas rendas, cuja preponderância nas receitas era muito significativa, e o aumento das despesas e, consequentemente, dos saldos negativos, mais frequentes a partir da década de 30. Pretendemos que esta dissertação proporcione um melhor conhecimento e compreensão das finanças municipais no séc. XVII e do funcionamento das câmaras municipais na Época Moderna.
URI: http://hdl.handle.net/10316/86949
Rights: openAccess
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