Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/79826
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dc.contributor.advisorMonteiro, Pedro-
dc.contributor.advisorBaptista, Rui-
dc.contributor.authorNogueira, Antony Fernandes-
dc.date.accessioned2018-06-20T12:20:09Z-
dc.date.available2018-06-20T12:20:09Z-
dc.date.issued2012-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/79826-
dc.descriptionTrabalho final de mestrado integrado em Medicina àrea científica de Cardiologia, apresentada á Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbrapt
dc.description.abstractIntrodução e Objectivos: A tromboembolia pulmonar é uma emergência médica com graves consequências hemodinâmicas. A progressão clínica dos doentes com tromboembolia pulmonar de risco intermédio a elevado não é totalmente conhecida, nomeadamente quando estes são tratados predominantemente com fibrinolíticos. Este estudo pretende avaliar o prognóstico a curto e longo-prazo e o impacto da fibrinólise neste grupo de doentes. Materiais e Métodos: Análise retrospectiva de 213 doentes com tromboembolia pulmonar de risco intermédio a elevado, internados numa unidade de cuidados intensivos. Destes, foi adicionado tratamento fibrinolítico à terapêutica com heparina em 183 doentes. Os endpoints avaliados foram a nível intra-hospitalar: a mortalidade e complicações hemorrágicas; e durante o seguimento clínico: a mortalidade, a recorrência de tromboembolia pulmonar, as complicações hemorrágicas e a incidência de hipertensão pulmonar tromboembólica crónica. Resultados: Em 193 doentes (90,6%) a tromboembolia pulmonar estava associada a um ou vários factores de risco. Durante o internamento registaram-se 17 mortes (7,9%), 15 das quais em doentes tratados com fibrinólise, e 27 eventos hemorrágicos (12,7%) decorrentes do tratamento fibrinolítico. No seguimento clínico, ocorreram eventos hemorrágicos em 43 doentes (22,3%) e a recorrência de tromboembolia pulmonar foi de 5,9% (todos os casos registados após um ano de seguimento e apenas um caso no grupo não fibrinolisado). A incidência de hipertensão pulmonar tromboembólica crónica foi de 12,4% aos 3 anos, e foi registada apenas em doentes tratados com fibrinólise. A taxa de mortalidade total do estudo foi de 17,4%, com uma sobrevida mediana de 1,6 [0,4-3,4] anos. Conclusão: A fibrinólise, apesar de aumentar o risco hemorrágico intra-hospitalar de forma significativa, parece diminuir o risco de recorrência de tromboembolia pulmonar durante o follow-up. A hipertensão pulmonar tromboembólica crónica é uma complicação frequente após tromboembolia pulmonar de risco intermédio a elevadopt
dc.description.abstractIntroduction and Objectives: Pulmonary embolism is a medical emergency with severe hemodynamic consequences. The clinical course of patients with submassive and massive pulmonary embolism is not fully known, in particular when they are mainly treated with fibrinolytics. This study aims to evaluate the short and long-term prognosis and the impact of fibrinolysis in patients with submassive and massive pulmonary embolism. Materials and Methods: Retrospective study of 213 patients with submassive and massive pulmonary embolism, admitted to an intensive care unit. In 183 of those, fibrinolytics were added to heparin treatment. The evaluated endpoints were mortality and hemorrhagic complications both in-hospital and at follow-up, and pulmonary embolism recurrence and chronic pulmonary thromboembolic hypertension incidence at the follow-up. Results: In 193 patients (90,6%), pulmonary embolism was associated with one or more risk factors. During hospital stay, 17 deaths (7,9%) were recorded, 15 of them in the fibrinolytic treated patients. Also, 27patients presented fibrinolytic-derived hemorrhagic events (12,7%). At follow-up, hemorrhagic events occurred in 43 patients (22,3%) and pulmonary embolism recurrence was of 5,9% (all events happened after one year of follow-up, and only one of them in the patients who were not treated with fibrinolytics). Chronic pulmonary thromboembolic hypertension incidence was of 12,4% at 3 years of follow-up and it was only recorded in fibrinolytic-treated patients. The global mortality rate of the study was of 17,4% with a median survival time of 1,6 [0,4-3,4] years. Conclusion: Although fibrinolysis causes a significant increase in in-hospital hemorrhagic risk, it seems to diminish pulmonary embolism recurrence risk at follow-up. Chronic pulmonary thromboembolic hypertension is a frequent complication of submassive and massive pulmonary embolism.pt
dc.language.isoporpt
dc.rightsopenAccesspt
dc.subjecttromboembolia pulmonarpt
dc.subjectidiopático, fibrinólisept
dc.subjectecocardiografiapt
dc.subjectpressão sistólica arterial pulmonarpt
dc.subjecthipertensão pulmonar tromboembólica crónicapt
dc.subjectCardiologiapt
dc.titlePrognóstico a curto e longo-prazo da tromboembolia pulmonar de riso intermédio a elevadopt
dc.typemasterThesispt
dc.peerreviewedyespt
dc.date.embargo2012-03-01*
dc.date.periodoembargo0pt
thesis.degree.grantor00500::Universidade de Coimbrapt
uc.rechabilitacaoestrangeiranopt
item.languageiso639-1pt-
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
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