Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/47673
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dc.contributor.authorCampos, Maria Amélia Álvaro de-
dc.contributor.authorBotelho, Maria Leonor-
dc.date.accessioned2018-02-20T20:03:18Z-
dc.date.available2018-02-20T20:03:18Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/47673-
dc.description.abstractA cidade é um organismo vivo cuja morfologia está sujeita a contantes transformações que visam dar resposta às necessidades dos seus habitantes. Só o olhar da História e da História da Arte podem recriar o transformado; ler os estratos do palimpsesto; e devolver à memória urbana a origem matricial dos edifícios, praças, bairros, ruas e arruamentos que dão vida à cidade de hoje. Referenciada desde 1155, a igreja românica de Santa Justa de Coimbra funcionou no arrabalde Norte dessa cidade até 1710. Longe do núcleo amuralhado, implantado numa região arenosa próxima da margem do rio, este edifício enfrentou cheias sazonais e os efeitos do assoreamento e do alteamento das margens. Da igreja e respetivo adro, restam parte da estrutura (um edifício entretanto secularizado e degradado) e um terreiro (conhecido por Terreiro da Erva). Este complexo urbano está atualmente implantado numa superfície muito superior à medieval e as escavações arqueológicas têm sido infrutíferas, dada a elevada cota do lençol freático. Só a articulação exaustiva da informação proveniente das fontes escritas permitirá interpretar a história deste espaço urbano de leitura tão difícil. Neste estudo, pretende-se apresentar uma proposta da estrutura da igreja românica e do seu adro, bem como das transformações físicas até ao século XVI. Esse esboço resultará da análise das informações sobre o espaço, contidas na documentação medieval. Para tal, serão examinados, entre outros documentos, aqueles que fazem referência aos túmulos, altares e capelas, bem como os registos de visitações episcopais e o regimento da igreja. Com base em premissas metodológicas delineadas na obra A Cripto-História da Arte (2001), considera-se possível caracterizar a estrutura românica desaparecida. Finalmente, essa caracterização, contextualizada pelo conhecimento que temos das dinâmicas urbanas desta paróquia medieval, permitirá apresentar uma proposta de legenda para o atual espaço da cidade.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherICONO14 e CITCEMpor
dc.relationBPD/100765/2014por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCoimbra medievalpor
dc.subjectPatrimónio desaparecidopor
dc.subjectmemória urbanapor
dc.subjectparóquia urbana medievalpor
dc.subjectpatrimónio religiosopor
dc.titleCriar e recriar o desaparecido. O sítio e a igreja românica de Santa Justa de Coimbra na cidade de hojepor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage284por
degois.publication.lastPage295por
degois.publication.titleLibro de Actas V Congresso Internacional Cidades Criativas. Icono 14por
dc.relation.publisherversionhttp://www.citcem.org/cidadescriativas2017.com/wp-content/uploads/docs/Actas%20CC17-Porto-Tomo1_OPT.pdfpor
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextCom Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextopen-
crisitem.author.deptFaculdade de Letras, Universidade de Coimbra-
crisitem.author.researchunitCenter for History of Society and Culture-
crisitem.author.orcid0000-0002-3131-7356-
Appears in Collections:I&D CHSC - Artigos e Resumos em Livros de Actas
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