Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/43672
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dc.contributor.authorSantos, Elaine-
dc.date.accessioned2017-09-29T14:17:32Z-
dc.date.available2017-09-29T14:17:32Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier10.22355/exaequo.2017.35.11-
dc.identifier.issn0874-5560por
dc.identifier.issn2184-0385por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/43672-
dc.description.abstractO objetivo neste artigo é retomar a poesia transformadora como inspiração e negação frente à realidade enfrentada por mulheres negras e periféricas. Para tal intento, esquadrinharemos o trabalho de Carolina de Jesus, escritora negra que trabalhou como catadora de lixo no Brasil. Nosso2 propósito é evocar esta voz silenciada que gritava. A metodologia é a sintaxe sociológica de algumas obras de Carolina, objetivando resgatar, para aqueles que desconhecem, as violências que permeiam o existir desta voz que segue marginalizada. Afirmamos que Carolina não foi uma coletora, foi, sim, uma revolucionária que merece ser descoberta!por
dc.description.abstractThe aim in this paper is to present the transforming poetry as a form of inspiration and denial for black and peripheral women. For this purpose, we will research Carolina Maria de Jesus works, a black poet who worked as a garbage collector in Brazil. Our aim is to evoke her silenced voice as it was silenced in unawareness. Using the sociological syntax of some of Carolina’s works as a methodological resource, we aim to revive the violence that permeated her existence as her voice remains marginalized. We affirm that besides being a garbage collector, Carolina was a revolutionary whose works deserve to be revealed!por
dc.description.abstractEl objetivo en este ensayo es reanudar la poesía transformadora como fuente de inspiración y de negación frente a la realidad que enfrentan las mujeres negras en las regiones periféricas. Con este fin enunciaremos Carolina María de Jesús, escritora negra que trabajaba como recolectora de basura en Brasil. Nuestro objetivo es evocar esta voz silenciada pero que gritaba. La metodología es la sintaxis sociológica de algunas obras de Carolina, con el fin de rescatar, para aquellos que de eso no son conscientes, la violencia que impregna la existencia de esta voz que sigue marginada. Afirmamos que Carolina no era una recolectora de basura, ella fue una revolucionaria que merece ser descubierta!por
dc.language.isoporpor
dc.publisherAPEMpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/por
dc.subjectMemóriapor
dc.subjectFavelapor
dc.subjectMulherespor
dc.subjectNegraspor
dc.subjectPoesiapor
dc.subjectMemorypor
dc.subjectSlampor
dc.subjectWomenpor
dc.subjectBlackpor
dc.subjectPoetrypor
dc.titleUma sabedoria no desespero. Há que gritar aos ouvidos da aparente surdez: Somos todas Carolina!por
dc.title.alternativeWisdom in despair. Yelling at the ears of the apparent deafness: We are all Carolina!por
dc.title.alternativeUna Sabiduría en Desesperación. Hay que Gritar a los Oídos de Aparente Sordera: Nosotras somos todas Carolina!por
dc.typearticle-
degois.publication.firstPage173por
degois.publication.lastPage188por
degois.publication.issue35por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleEx aequopor
dc.relation.publisherversionhttp://exaequo.apem-estudos.org/artigo/35-uma-sabedoria-no-desespero-ha-que-gritar-aos-ouvidos-da-aparente-surdez-somos-todas-carolinapor
dc.peerreviewedyespor
item.fulltextCom Texto completo-
item.grantfulltextopen-
item.languageiso639-1pt-
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