Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/32286
Title: Territórios de Água | Water Territories
Authors: Nunes, Adélia 
Moreira, Claudete Oliveira 
Paiva, Isabel 
Cunha, Lúcio Sobra da 
Keywords: Água; Território; Ordenamento do território; Ordenamento territorial; Geografia; Recursos naturais; Recursos paisagísticos; Recursos hídricos; Paisagem; Paisagens de água; Hidrogeografia; Hidropolítica; Geopolítica; Diálogo hídrico; Qualidade hídrica; Qualidade da água; Qualidade da água superficial; Monitorização em tempo real; Consumos de água; Papel dos consumidores; Poupança de água; Água potável urbana; Emissários submarinos; Robótica aquática; Poluição; Impactos ambientais; Conflitos pela água; Conflitos sócio-ambientais; Uso eficiente da água; Sustentabilidade; Medidas de sustentabilidade energética; Matriz energética; REN; Acessibilidade; Áreas rurais; Cidade; Espaço urbano; Reabilitação urbana; Espaços verdes; Mar; Rio; Água doce; Rios sustentáveis; Territórios ribeirinhos; Recursos hídricos; Recursos hídricos no Brasil; Bacia hidrográfica; Caudais; Água subterrâneas; Aquíferos; Ravinas; Ravinas do Corgo; Ribeiras; Levadas; Pôços Amazônicos; Áreas estuarinas; Zona de Proteção Especial; Áreas Protegidas; Espaços verdes urbanos; Linha de costa; Zona costeira; Cordão dunar frontal; Erosão costeira; Dinâmica natural; Dinâmica hídrica; Dinâmica hidrológica; Hidrodinâmica cársica; Exsurgências; Escoamento; Escoamento superficial; Contaminação; Contaminação de aquíferos; Alterações climáticas; Variabilidade climática; Episódios hidrometeorológicos intensos; Precipitação; Tendências na precipitação; Águas pluviais; Perigosidade; Vulnerabilidade; Índice de suscetibilidade; Multi-resiliente; Riscos; Riscos naturais; Risco de inundação; Risco em bacias hidrográficas; Riscos hidrometeorológicos; Análise do risco; Seca; Cheias; Inundação; Inundações; Inundações em meio urbano; Áreas inundáveis; Incêndios florestais; Acreção; Erosão dos solos; Erosão hídrica; Atividade antrópica; Uso do solo; Mudanças no uso do solo; Mudanças no coberto vegetal; Espécie exótica; Acácias autralianas; Acacia melanoxylon; Acacia dealbata; Acacia melanoxylon; Medidas de mitigação; Unidades de conservação; Planejamento em recursos hídricos; Políticas da água; Gestão ecológica da paisagem; Gestão da água; Gestão da bacia hidrográfica; Gestão de recursos hídricos; Gestão Patrimonial de Infraestruturas de águas pluviais; Governança das bacias urbanas; Pacto de autarcas; PDM’s; Turismo; Turismo fluvial; Turismo de iates; Iatistas; Turismo de natureza; Turismo sustentável; Turismo rural; Oferta turística; Hotelaria; Empreendimentos turísticos; Percepção do turismo; Patrimônio hidrológico; Património hidrológico; Hidrossítios; Geoturismo urbano; Museu; Museologia; Museu das águas da Amazônia; Desenvolvimento local; Identidade local; Cultura; Pesca artesanal; Comunidade piscatória; Perfis topográficos; Análise espacio-temporal; Cartografia; Cartografia hidrográfica; Deteção remota; SIG; WebSIG; Software livre; Free Open Source; Geoportal; Geobrasões; Base de dados espacial; Modelação espacial; Modelação hidrológico-hidráulica; Algoritmo BASFFMODEL; Linguagem python; Autómatos celulares; Manuel Lopes; Literatura; Geografia literária; As-águas; Bacia do rio Alva; Frente ribeirinha; Infraestuturas portuárias; Imaginários e percepção do Gerês; Percepção ambiental; Sensibilização ambiental; Educação ambiental; Educação para o risco; Aprendizagem formal; Ensino da Geografia; Didática da Geografia; Programa educativo; Metas curriculares; Estratégias pedagógicas; Notícia como recursos pedagógico; Extensão universitária; Rio Alva; Rio Arunca; Rio Arouce; Rio Beça; Rio Branco; Rio Corgo; Rio Mondego; Rio Segura; Rio Trocantins; Rio Uíma; Rio Zêzere; Rio dos Fornos; Rio Parnaíba; Vale do Jordão; Valle do Ricote; Ria de Aveiro; Usina de Tucuruí; Barcarena; Seirós; Folques; Reserva Natural do Estuário do Tejo; Campos do Jordão; Ilha da Atalaia; Ilha da Madeira; Maciço de Sicó; Vila Franca de Xira; Porto Velho; João Pessoa; Tbilisi; Sinaloa; Abaetetuba; Rondônia; Belém; Pará; Parati; Amazônia; Amazónia; Portugal; Norte de Portugal; Centro de Portugal; Gerês; Espanha; Brasil; Cabo Verde; Nova Zelândia; México; Palestina; Cisjordânia; Ilhas Fiji; Korovisilou; Pacífico
Issue Date: 9-Sep-2016
Publisher: CEGOT, Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, Universidade de Coimbra
Place of publication or event: Coimbra
Abstract: A água é um recurso natural de grande valor económico, ambiental e social, fundamental à subsistência e bem-estar do Ser Humano e dos ecossistemas terrestres. A sua disponibilidade assinala, todavia, grandes contrastes, tanto em termos espaciais como temporais. Daí resultam problemas relacionados com a sua escassez ou excesso (por exemplo as secas e as cheias/inundações), a que se associam o crescente consumo humano e de alguns setores de atividade, a degradação da sua qualidade e as variações recentes na sua quantidade impostas pelas mudanças climáticas. Recurso vital, essencial à produção de bens e serviços, manancial de biodiversidade, fonte de inspiração e de lazer, mas também de conflito, a gestão das águas superficiais e subterrâneas requer uma visão holística, que concilie as necessidades humanas, o desenvolvimento económico e a proteção dos ecossistemas naturais, por forma a não comprometer a sua sustentabilidade. Neste livro, denominado Territórios de Água, analisam-se e discutem-se múltiplas dimensões ligadas à água, em vários territórios nacionais e internacionais, encontrando-se dividido em quatro partes principais. A primeira parte, dedicada à análise dos Riscos e Dinâmicas Hidrológicas, aborda vários exemplos associados à manifestação de riscos e outras dinâmicas hidrológicas, privilegiando-se as dinâmicas fluviais, como resultado das complexas interações entre os elementos físicos e antrópicos presentes. Na parte II, Água, Cidade e Turismo, os ambientes aquáticos emergem com usos tão diferen- ciadores e inovadores que lhes dão um carácter multifuncional. Contudo, num mundo cada vez mais dominado pelas grandes concentrações urbanas, o incremento nas necessidades de consumos, quer pelo crescimento da população, quer pelas atividades relacionadas com a água, obrigam a uma reflexão sobre a sua própria fragilidade, sobretudo em termos de qualidade, servindo de ensejo para a valorização das temáticas da sustentabilidade territorial e do estudo de modos de redução de impactes ambientais. As paisagens de água emergem, no entanto, cada vez mais com valor cultural, lúdico, de entretenimento e turístico. Neste “novo” cenário, o lazer e o turismo adquirem significados económicos, sociais, culturais e simbólicos particularmente relevantes. Os rios, os estuários, os lagos, o mar são hoje palco de novas utilizações - turismo náutico, iatismo, turismo fluvial, animação turística, rotas e itinerários de visitação turística em ambiente marítimo e fluvial, praias fluviais, desportos e atividades radicais, pesca desportiva, entre outras. Na parte III, denominada Políticas e Gestão da Água, são abordadas políticas que atribuem um papel importante e determinante à água, enquanto elemento ambiental e recurso natural. São igualmente, discutidos problemas e questões ligadas à gestão da água, que se prendem com a desigual distribuição e acesso, com sua qualidade e com a necessidade de adotar novos modelos de governação ao nível da bacia hidrográfica, em particular, e ao nível domínio hídrico, em geral. Perante estes grandes desafios, tanto formuladores de políticas como planificadores precisam de fazer muito mais para melhor compreender e gerir com eficiência e sustentabilidade os recursos hídricos de que dispomos. A última parte, Água, Educação e Cultura, reflete a importância que a educação pode ter na construção de novos conceitos, na mudança de hábitos e no diálogo intergeracional. Apesar das questões ligadas à água, enquanto tema educacional, poderem ser abordadas sob diversas perspetivas e em várias áreas disciplinares, na Geografia emergem sob duas perspetivas principais: a água enquanto recurso e os riscos associados à água. Neste contexto, é importante educar para a preservação da água enquanto recurso e para a mitigação das consequências da manifestação dos riscos climático-hidrológicos e de poluição, através da adoção quer de medidas coletivas, quer de medidas individuais. Por último, a água emerge como um dos elementos centrais da reprodução não somente material mas também simbólica dos territórios, capaz de captar materialidades, espacialidades e imaterialidades, que se manifestam de maneira simbólica, imaginária, afetiva, mas sempre complementares, nas interpretações geográficas. A água assume-se, assim, neste século, como um recurso estratégico e a sua gestão corresponde a um desafio transversal à sociedade, por envolver não só as comunidades científica, política, empresarial e ligada à gestão territorial, mas também cada cidadão, nas suas ações individuais e/ou coletivas.
URI: http://hdl.handle.net/10316/32286
ISBN: 978-989-20-6860-2
Rights: openAccess
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