Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10316/25039
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dc.contributor.advisorSilva, José Tomás da-
dc.contributor.authorSalgueiro, Tânia Raquel da Cruz-
dc.date.accessioned2014-02-04T15:39:12Z-
dc.date.available2014-02-04T15:39:12Z-
dc.date.issued2013-07-25-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10316/25039-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Psicologia da Educação, Desenvolvimento e Aconselhamento, apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbrapor
dc.description.abstractEste estudo tem como finalidade estudar o Impacto da Crise Socioeconómica na Saúde Mental e no Consumo de Substâncias. A amostra inclui 360 estudantes dos três cursos existentes na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Trata-se de um estudo correlacional/não experimental, com recurso a investigação por questionário. Os instrumentos utilizados foram: “Questionário Sociodemográfico e Percurso Académico”; “Questionário sobre o Impacto da Crise Socioeconómica”; “Satisfaction With Life Scale (SWLS) (Diener et al., 1985), Versão Portuguesa de Simões (1992) ”; “Brief Sympton Inventory (BSI)” (L. Derogatis, 1982), Versão Adaptada M. C. Canavarro (1999); “Questionário sobre os Padrões de Consumo de Substâncias”, e ainda, Positive And Negative Affect Schedule (PANAS) (Watson, Clark & Tellegen, 1988), Versão Portuguesa Galinha e Pais-Ribeiro (2005). Os resultados revelam que 90.5% da amostra (N= 124) considera que toma psicofármacos devido à crise socioeconómica, e o facto de terem algum familiar no desemprego também influencia a toma de psicofármacos (N= 66; 95.7%), revelando uma relação positiva entre a crise socioeconómica e o consumo de psicofármacos. Os sujeitos que têm receio do futuro em comparação com os que não estão receosos, apresentam um menor nível de satisfação com a vida, um índice maior de psicopatologia e depressão, uma afetividade positiva menor e uma afetividade negativa mais elevada. Quanto à influência da crise no consumo de substâncias, apenas se verificou para o consumo de cannabis (N= 71; 67%). Já a influência do grupo de pares, revelou-se essencialmente no consumo de álcool (N=283; 78.6%). Os resultados indicam a importância de se implementarem mais programas preventivos e de se efetuarem mais estudos nesta área, de forma a entender melhor os efeitos da crise na saúde mental e no consumo de substâncias.por
dc.description.abstractThis study aims to study the SocioEconomic Impact of the present economical Crisis in Mental Health and Substance Consumption. The sample includes 360 students from the three existing courses at the Faculty of Psychology and Educational Sciences of the University of Coimbra. It is a non-experimental/correlational study, using research by questionnaire. The instruments used were: "Sociodemographic Questionnaire and Academic Career", "Survey on the Impact of Socio-Economic Crisis"; "Satisfaction With Life Scale (SWLS) (Diener et al., 1985), Portuguese version of Simões (1992)"; "Brief sympton Inventory (BSI) "(L. Derogatis, 1982), Adapted Version M. C. Canavarro (1999), "Survey on Substance Consumption Patterns," and yet, Positive And Negative Affect Schedule (PANAS) (Watson, Clark & Tellegen, 1988), Portuguese version Galinha and Pais-Ribeiro (2005). The results reveal that 90.5% of the sample (N = 124) considers taking psychiatric drugs because of the socio-economic crisis, and the fact that they have a relative in unemployment also influences the intake of psychotropic drugs (N= 66, 95.7%), showing a positive relationship between the socioeconomic crisis and the use of psychotropic drugs. The students who are more afraid of the future compared with those who are not afraid, have a lower level of life satisfaction, a higher rate of psychopathology and depression, lower positive affectivity and negative affectivity higher. As for the influence of the crisis in substance abuse, the only effect noted was over cannabis use (N = 71, 67%). In what concerns the influence of the peer group, our results revealed its influence mainly in alcohol consumption (N= 283, 78.6%). The results indicate the importance of implementing more preventive programs and to pursue further studies in this area in order to better understand the effects of the crisis in mental health and substance abuse.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectConsumo de Substânciaspor
dc.subjectExpectativas de resultadospor
dc.titleImpacto da Crise Socioeconómica na Saúde Mental e no Consumo de Substânciaspor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationCoimbrapor
degois.publication.titleImpacto da Crise Socioeconómica na Saúde Mental e no Consumo de Substânciaspor
dc.peerreviewedYespor
dc.identifier.tid201446340-
uc.controloAutoridadeSim-
item.fulltextCom Texto completo-
item.languageiso639-1pt-
item.grantfulltextopen-
crisitem.advisor.deptFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade de Coimbra-
crisitem.advisor.researchunitCentre for Social Studies-
crisitem.advisor.parentresearchunitUniversidade de Coimbra-
crisitem.advisor.orcid0000-0002-9995-8221-
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