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Title: AZT – Molécula de Morte e Sobrevivência Celular
Authors: Pinto, Catarina Inês Sanches 
Orientador: Grazina, Maria Manuela Monteiro
Pereira, Mariette
Issue Date: Feb-2011
Citation: Pinto, Catarina Inês Sanches - AZT – Molécula de Morte e Sobrevivência Celular
Abstract: Neste trabalho descrevem-se os efeitos do AZT, um fármaco usado na terapia anti-HIV, mas que pode provocar efeitos secundários, nomeadamente miopatia. Apesar do seu amplo uso terapêutico, os mecanismos moleculares de acção e os múltiplos efeitos tóxicos do AZT continuam por esclarecer. Uma vez que a mitocôndria constitui um dos principais alvos de acção de muitos fármacos, o estudo das alterações nas funções mitocôndriais poderá contribuir para clarificar a acção e efeitos secundários tóxicos do AZT e ajudar a entender melhor os seus múltiplos efeitos em diferentes tipos de células. As células HeLa foram obtidos de tecido da Senhora Henrietta Lacks, que sofria de cancro do colo do útero e foi seguida no Hospital Johns Hopkins. Desde a sua morte, as suas células foram continuamente usadas em diversos estudos, tais como na área do cancro, SIDA, efeitos da radiação, mapeamento genético e muito mais. O AZT ou Zidovudina, é um fármaco utilizado como antiviral, inibidor de transcriptase reversa viral. Indicado para tratamento da SIDA. Compreender os mecanismos da acção do AZT, incluindo o papel de regulação da apoptose, é essencial para compreender os seus efeitos na célula. Este trabalho teve o objectivo de avaliar a citotoxicidade do AZT, em células HeLa, tendo sido avaliada por duas metodologias: I) Avaliação Morfológica da Apoptose e II) Avaliação da Libertação de LDH. Foram analisados os efeitos do AZT em células HeLa na morfologia celular através de técnicas de microscopia de fluorescência. Os resultados revelam um efeito inibitório do AZT, dependente da concentração e tempo de exposição, no crescimento / viabilidade das células HeLa, confirmando a susceptibilidade ao AZT (Zidovudina). O efeito do AZT na morfologia de células HeLa, foi visualizado por microscopia de fluorescência, nomeadamente por avaliação da cromatina, e fragmentação do núcleo e formação de projecções em forma de bolha na membrana celular. Foi possível observar células apoptóticas, que aumentaram em número com o aumento da concentração e tempo de exposição ao AZT. Por outro lado, observou-se o aumento da Libertação de LDH com o aumento da concentração de AZT, embora sem significado estatístico.
URI: http://hdl.handle.net/10316/18173
Rights: openAccess
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